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Invisível

  (Invisible)
Sinopse Ely tem 17 anos e mora no bairro da Boca em Buenos Aires. Ela cursa o último ano do ensino médio e trabalha num pet shop para completar a renda familiar. Ao descobrir que está grávida do Raúl, dono do Pet Shop, seu mundo interno colapsa. Enquanto tenta manter sua rotina diária como se nada tivesse acontecido ela é tomada pelo medo e angústia. A sociedade que a pressiona e o estado de saúde frágil da sua mãe a isolam e a obrigam a amadurecer precocemente. Tomar a decisão que mudará sua vida para sempre lhe permitirá ter um novo começo.

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Informações


Título no Brasil Invisível
Título Original Invisible
Ano Lançamento
Gênero Drama
País de Origem Argentina / França
Duração87 minutos
Direção
Estreia no Brasil 09/11/2017
Estúdio/Distrib. Vitrine Filmes
Idade Indicativa 16 anos

Trailer



Comentários


10/11/2017 - Sérgio Sarmento (64 anos)

  Ótimo
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Assisti NO CINEMA nesta data quando de seu lançamento em nível nacional e acontecido no dia de ontem. Mas tão somente em algumas privilegiadas cidades brasileiras. Em poucos cinemas e que resulta em raras e "miseráveis" copias para um, o que é lamentável, publico diminuto. Olha! O filme é de uma simplicidade enorme. Mas podemos afirmar que é uma "pequena" obra prima DO CINEMA argentino. Um filme sem concessões alguma de qualquer natureza. Uma obra que "mostra aquilo" de uma maneira fria. Mais absolutamente direta e que "escancara" um dos problemas maiores de uma sociedade dita organizada, como a nossa, e que chamamos de aborto. O filme é da menor de 17 anos chamada Ely e que de uma aventura sexual e sem escrúpulo algum. Com um cara bem mais velho que ela. E com isso se deixa engravidar. E disso resulta o grande dilema desta jovem no sentido de "retirar", isto é, fazer um aborto ou simplesmente ser mais uma mãe jovem e com isso solapando, aos 17 anos, todo um sonho acalentado há alguns anos. É claro que o grande mérito do filme e discutir tudo isso sem tomar partido do fazer aborto ou deixar nascer a criança. Mas uma coisa é indiscutível em todo os 87 (sempre cronometrados por mim) minutos de duração do filme. É aquele que o roteiro deixa para a menina, no caso do filme, decidir o que fazer. Penso ser absolutamente certo tudo isso. Pois em todas as situações, no caso do aborto, fundamentalmente a mulher é dona de sua própria vontade. Ela é "dona" de seu corpo. O filme se compõe, na pratica, de três atores, tão somente. Mas não resta dúvida alguma que o filme é desta jovem atriz e que sofre toda a ação do filme que é Mora Arenillas. Pois é dela toda aquela solidão de ter que tomar uma decisão de enorme responsabilidade. E mais uma vez só lamento que é filme que em absoluto alguém assiste EM CINEMA neste pais chamado Brasil. O certo seria levar este filme para todas as comunidades brasileiras e discutir com as jovens, com os jovens, com educadores, autoridades. E principalmente com as mães e o pais os responsáveis destes jovens. Aqui o meu axioma pede passagem para ser divulgado: E TENHO DITO!

12/11/2017 - Rodolpho Paheco (48 anos)

  Péssimo
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Um dramalhão chato sobre uma adolescente de vida promíscua que não sabe se aborta ou não. É um filme para poucos, porque não existe muita gente disposta a se aborrecer com um filme desses.

13/11/2017 - Joaquim Matos (50 anos)

  Péssimo
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Uma chatice só, para poucos privilegiados como eu. Lamento ter pago para ver um drama muito chato.

19/11/2017 - Sérgio Sarmento (64 anos)

  Ótimo
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Revi NO CINEMA no último dia 16. Um inegável e importante filme e por demais importante. Olha! Na realidade fui rever o filme, em pauta, pois após ler os comentários, abaixo da minha primeira resenha, me senti confuso e enganado. Será que assisti o mesmo filme destes senhores? Mas sem surpresa alguma, vi e revi o mesmo filme que assisti já na primeira vez. O filme na realidade é realizado em uma linguagem que foge totalmente da mesmice de uma produção dita "normal". Filmado com poucos diálogos. Ou melhor "quase" sem falas. Um final em aberto (que poucos entendem). Ficando mais nas imagens poderosas e com isso nos faz fazer uma coisa que a maioria dos espectadores não estão acostumados. O que seria isso? É o pensar, caros leitores! O filme nos exige uma das coisas mais importantes da nosso vida que é o pensar. Usando isso teremos condições normais de entender "a coisa" é. Andei lendo, após ver um filme maravilhoso como é Invisível (2017), que o diretor Pablo Giorgelli levou seu filme para ser visto, em vários lugares, por quem mais necessita entender seu trabalho que são as ditas comunidades carentes. E com isso procura, já, levar à discussão um tema tabu como é o ABORTO. O que convenhamos isso deveria ser encarado para um grande tripé social que deveriam fazer parte os pais (pai, mãe, etc. ) que são os principais responsáveis. A escola (coitada tão omissa nestes e em outros casos importantes) mas principalmente o Estado. Aliás o gestor de tudo isso deveria ser o governo. Com uma política social mais agressiva neste quesito. Mas que em absoluto vemos "qualquer" política em área social qualquer há muitos anos. Só uma propaganda descarada de coisas inverídicas ao dizer que o Brasil esta saindo do "buraco" e "criando" empregos e o mais absurdo. Pasmem! A inflação em "queda livre" de uma mentira absolutamente deslavada, como estes caras NÃO vão nas feiras livres, pois tudo que é gasto, saí de nossos impostos (que hoje, segundo o impostômetro, está chegando aos 2 trilhões de reais, é isto mesmo, 2 trilhões de reais em impostos, só neste ano. Gente! Para onde vai tanto dinheiro?) é fácil dizer certas bobagens que absolutamente tem algum nexo ou uma praticidade possível. Escrevi tudo isso para dizer que o aborto é um problema social. E que o governo, gestor maior de "nossas desgraças", faz "vistas grossas" para um caso tão memorável e absolutamente tão verdadeiro como é o ABORTO em uma sociedade tão vilipendiada como é a brasileira. E é exatamente um filme simples, uma produção amadora como é essa argentina, e que vem em uma boa hora propor para discussão um tema tão sensacional, em importância, como é o, tabu, do ABORTO. E isso vale por 500 mil filmes de super heróis. Não é LIGA DA JUSTIÇA (2017)? E aqui, neste momento, o meu memorável AXIOMA tem que ser propalado: E TENHO DITO!

02/12/2017 - Flávio Boniolo (45 anos)

  Péssimo
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Assisti quando estreou em Porto Alegre e posso dizer que esse filme está na minha lista dos piores que tive a oportunidade de assistir. Fiz de tudo para não dormir, até porque não estava acompanhado e não queria correr riscos. O cinema argentino é muito bom, sem dúvidas, mas esse aí foi mal mesmo.

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