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O Castelo de Vidro

  (The Glass Castle)
Sinopse Baseado no livro de memórias homônimo de Jeannette Walls, o filme aborda a conturbada infância da jornalista. Além de muito pobre, sua família sofria com o vício em álcool de seu pai (Harrelson). Com uma situação delicada, ela e seus irmãos viveram parte da vida de forma itinerante, mudando constantemente. No entanto, conforme todos foram crescendo, se mudaram para Nova York, conquistando uma vida mais segura e estável. Essa tranquilidade acabou sendo colocada à prova, quando seus pais decidiram seguí-los. Agora, os filhos precisam lidar com ambos e decidir se querem ou não continuar com a presença deles em suas vidas.

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Informações


Título no Brasil O Castelo de Vidro
Título Original The Glass Castle
Ano Lançamento
Gênero Drama
País de Origem EUA
Duração127 minutos
Direção
Estreia no Brasil 24/08/2017
Estúdio/Distrib. Paris Filmes
Idade Indicativa 14 anos

Elenco


... Jeannette
... Rex
>> Ver todo o Elenco...

Trilha Sonora


“Laugh, Cry, Sing, Sigh ”Escrita por Bill Gordon
Interpretada por Bill Gordon Trio
“My Wild Irish Rose ”Escrita por Chauncey Olcott
Interpretada por Mario Lanza
>> Ver toda a Trilha Sonora...

Trailer



Comentários


24/08/2017 - Sérgio Sarmento (63 anos)

  Ótimo
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Assisti NO CINEMA, nesta data, quando de seu lançamento nacional efetivado no dia de hoje. Olha! Um bom filme! Obra baseada em fatos reais. Produção desta envergadura que o cinema norte americano adora realizar. Retirado de um best sellers escrito em 2005 da escritora Jeannette Walls e que tem como cenários os anos 1960/1970 e 1980/1990. Mesmo assistindo varias produções dos norte americano. Dificilmente vejo um filme que fala do lado miserável. Da pobreza, mesmo. De um pais que se diz o mais rico do mundo. É mais uma obra que fala de uma família disfuncional e que tem como principal o nome WALLS. Todo o filme é narrado de forma não linear. Acredito que foi assim que a autora Jeannette Walls escreveu seu livro. O filme inicia em 1989 e a partir dali regride em flashbacks para os anos 1960 e volta aos dias de 1989. Portanto não é filme convencional e corriqueiro nas produções atuais. É uma obra que se caracteriza por mostrar uma verdade. A verdade de Rex o pai de Jeannette. Um cara que em todo o filme vai procurar não compactuar com a dita sociedade capitalista e por isso de consumo. Com sua atitude vai levar sua mulher e seus filhos a procura da fuga das cidades grandes. E é no campo que vai encontrar "seu porto seguro". Em tema, em estrutura, este filme é muito parecido com Capitão Fantástico (2016) que adorei e meus comentários no IF de 26.12.2016 e 09.01.2017 corrobora tudo isso que assisti. Mas este filme atual me parece melhor. Pois mesmo sendo um melodrama como aquele. Procura fugir em seus dois terços de cair em clichê. Portanto é um filme mais real e não tão ficcional como o do ano passado. Mas tudo, em parte, devemos ao bom livro de 2005 que foi baseado, mas principalmente ao talento do diretor Destin Daniel Cretton em seu primeiro filme apresentado EM CINEMA no Brasil. O primeiro, muito elogiável, foi Temporário 12 (2013) que só foi visto, por aqui, em televisão, via internet. E neste expediente, da "tela pequena", estou fora! A produção do filme, mesmo modesta, procura captar a pobreza norte americana nos anos 1960 e ao retornar para o final dos anos 1980. Procura mostrar uma riqueza, um luxo do desenvolvimento do capitalismo americano e principalmente um classe em ascensão que é a dos Yuppies. Uns "almofadinhas" que dão vida e tocam aquele sistema em um cenário bem real até hoje. Mas o filme conta com dois atores que dão vida para um produção que, na sinceridade, não dava "um tostão furado" do valor de meu ingresso. Falo do personagem Jeannette Walls vivida em todo seu esplendor de talento e beleza que é Brie Larson. Para quem não sabe ela foi a grande vencedora do Oscar de melhor atriz pelo filme O Quarto de Jack (2016). Apesar do roteiro ter privilegiado sua participação. Ela faz o papel de autora do livro. Sua participação é de um magnetismo de talento e participação. Alias no filme anterior do diretor que foi Temporário 12 (2013). Dizem! Vejam Vem! Dizem, pois não assisti, que ela estava perfeita. Outra pessoa que é de um vigor, de extenuar o espectador por participação de tão boa. E que é o ator que faz o papel de Rex. E que é o pai de Jeannette. Falo de Woody Harrelson. O cara é sensacional naquilo que faz. E ele faz um pai radical e que chega até ser horrivelmente realista para ensinar as coisas pars sua filha, em diversas fases (como criança, adolescente e mulher), que era Jeannette. A obra em seu final tem um pecado. É aquele que ao procurar seu fechamento dramático apelar para o melodrama que não existia até ali. Mas muito aceitável, pois de maneira alguma as coisas tinham que partir para uma solução NÃO perfeitamente aceitável para o "grande" publico. Ah! Sobre o título O Castelo de Vidro não direi nada. Mas a explicação está em um belo subtexto da obra. Ela, a solução, é em linhas gerais, o lindo segredo do filme. Enfim, é outro filme que ao assistir constatei uma baixa muito grande em matéria de publico. Contei mais 10 pessoas comigo naquela imensa sala, E depois é uma obra que até a distribuidora Paris Filmes não acreditou. Pois enviou para minha cidade tão somente três copias. E em dois cinemas, só com sessão na parte da noite. Cruz credo!

27/08/2017 - Vania Ventura (52 anos)

  Ótimo
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O filme é muito bom apesar de não ter sido muito fiel ao livro, pois suprimiu fatos importantes e esclarecedores a narrativa. Mas recomendo assistir... Vale a pena! É uma experiência emocionante.

07/11/2017 - Kassio Freitas (20 anos)

  Ótimo
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Gente que surpresa eu tive com esse filme, arrebatador! Atuações maravilhosas, roteiro surpreendente e que te prende diante a tela, Brie brilha em cena, mas é Woody Harrelson que merece todos os elogios, atuação incrível. Não esperava mesmo que o filme fosse tão bom.

26/11/2017 - Daniel Santos (29 anos)

  Ótimo
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Que obra maravilhosa! Eu dormi e acordei pensando nesse filme, degustando desde as atuações ao enredo. Por falar em atuação, meu Deus, a interpretação do patriarca da família feita por Woody Harrelson é encantadora, digna de um Oscar, na minha humilde opinião. O cara consegue até fazer rir em alguns momentos, embora o filme seja um melodrama. Naomi Watts juntos com as crianças também está segura e convivente. Só a atuação da Bria que não me convenceu, não sei se é implicância minha, mas falta expressão nela. E o enredo desse filme, é sensacional. Incrível como uma família totalmente disfuncional nos deixa como exemplos várias qualidades que faltam nas famílias tidas como "convencionais". Mesmo com todos os traumas que eles viveram, havia valores primordiais que não faltaram nessa família, da maneira deles, como amor uns com os outros e honra dos filhos para com os pais.

29/11/2017 - Leonardo (29 anos)

  Ótimo
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Belíssimo. De uma sensibilidade impressionante. Atuações brilhantes. Faço votos de que concorra e até mesmo vença o Oscar. Concordo com o comentário do Kassio Freitas: não esperava que o filme fosse tão bom!

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