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O Estranho Que Nós Amamos

  (The Beguiled)
Sinopse Um soldado da União ferido em combate durante a Guerra de Secessão encontra refúgio num internato para mulheres em um território Confederado. Lá, ele se recupera e acaba conquistando o coração de algumas das mulheres no processo. Remake do clássico de 1971 estrelado por Clint Eastowood.

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Informações


Título no Brasil O Estranho Que Nós Amamos
Título Original The Beguiled
Ano Lançamento
Gênero Drama / Faroeste
País de Origem EUA
Duração93 minutos
Direção
Estreia no Brasil 10/08/2017
Estúdio/Distrib. Universal Pictures
Idade Indicativa 14 anos

Elenco


... Corporal McBurney
... Miss Martha
>> Ver todo o Elenco...

Trilha Sonora


“Lorena ”Música de J.P. Webster
Letra de Henry D.L. Webster
“Aura Lea ”Música de George R. Poulton
Letra de W.W. Fosdick

Trailer



Comentários


02/05/2017 - Julio Simi Neto (60 anos)

  Não vi
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Se essa obra for realmente fiel ao original com o ator Clint Estwood será genial. Acredito que a ótima diretora Sofia Coppola não vai pisar na bola. Vamos aguardar.

03/08/2017 - Lucia Maria Miranda (65 anos)

  Não vi
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... Aguardando esse filme que me remonta algo assim análogo com a Nicole > um casarão na Virginia, guerra de secessão e por aí vai. Independente disso, promete muito! Vamos ver que encontremos uma sessão com legendas em horário digno e que seja apenas naquele trivial formato padrão.

15/08/2017 - Sérgio Sarmento (63 anos)

  Regular
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Assisti NO CINEMA, nesta data, quando de seu lançamento em algumas privilegiadas cidades brasileiras entre as quais a minha. Olha! Confesso que estava com uma certa curiosidade em relação ao filme da talentosa diretora/roteirista e produtora Sofia Coppola. Devo tudo isso ao que já tinha assistido na tela grande, em reprise, o primeiro filme de mesmo nome, em 21.11.1971 (um domingo pela tarde/noite). Mas bah! Que saudades! Pois tinha 18 aninhos. O filme era (é) do diretor Don Siegel e com o ator Clint Eastwood então com 40 anos. Claro que o filme de Siegel é um clássico. Mas o filme da diretora Sofia não passa de um grande equivoco. Apesar de seu reconhecido talento era teve a ousadia de mudar o livro em que foi baseado o filme. Falo em The Beguiled (1966) do autor Thomas Cullinan. A intenção dela e como de resto o de todas a suas obras cinematográficas era fazer um filme de um olhar feminino. Tudo isso sem retirar do personagem Cabo McBurney, vivido pelo ator Colin Farrell, sua maneira sedutora de encarar aquelas sete mulheres naquela casa grande. E o livro (e o único filme até hoje) é o ter um olhar masculino. O filme dela tem uma fotografia esmaecida. E com isso retira toda a beleza de um ambiente pós modernismo, mas principalmente o figurino das atrizes e que se passa em 1864. Apesar de ter um cast feminino de atriz de grande talento e que não chega a chamar a atenção. Mas o "ator" Colin Farrell foi muito até bem escolhido para o que a diretora Sofia pretendia. Farrell nunca foi um bom ator! Mas funcionou muito bem como sedutor naquele internado para mulheres. Enfim! Que peninha! É filme que não confirma o talento da diretora. Muito por ser o "menos bom" de todos os seus filme que são seis. E que tive o privilegio de assistir todos NO CINEMA. Por isso chega a ser surpreendente (em termos) o prêmio de direção, em maio passado, do Festival de Cannes. Este prêmio, dado para Sofia Coppola, prova que existe política até no festival de filmes mais charmoso do mundo. Cruz credo!

18/08/2017 - Kassio Freitas (20 anos)

  Ótimo
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Certamente eu esperava mais, mas é uma história bem interessante. A Ambientação é perfeita, o clima sobrio e austero deixam o filme mais atraente, além da fotografia escura e pálida. O Elenco é sem duvidas um belo acerto, o filme é lento, mas se desenvolve bem, um final sinistro, mas não bizarro como imaginei. Esperei mais e veio bem menos, mas vale a pena.

20/08/2017 - Peter Butzke (36 anos)

  Regular
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O filme acerta bem no quesito tensão, a tensão é presente durante todo o decorrer do Primeiro e Segundo ato e a Sophia Coppola trabalhou bem nesse ponto, a direção desse é realmente algo que merece destaque, além da cinematografia em conjunto com a fotografia fazerem um trabalho primoroso, as atrizes em especial a talentosissima Kirsten Dunst fazem um trabalho muito bom tela. Mas se por um lado ela trabalha bem nos aspectos tecnicos o mesmo não acontece com o roteiro e com o desenvolvimento da narrativa, em determinado momento do filme se percebe que ele não tem muita coisa além daquilo para oferecer e a narrativa para bruscamente de uma forma que não chega a ser satisfatória, além de ser um remake que não difere muito do filme original, o que nos dar a impressão de que é um filme desnecessario.

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