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Colo


Sinopse A rotina diária de pai, mãe e filha é absorvida pelos efeitos da crise econômica. A mãe se desdobra em dois empregos para pagar as contas, pois seu marido está desempregado. A filha adolescente guarda segredos e tenta manter sua vida, apesar da falta de dinheiro. Para escapar dessa realidade comum, eles se tornam, estranhos uns aos outros, enquanto a tensão se transforma em silêncio e culpa.

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Informações


Título no Brasil Colo
Título Original Colo
Ano Lançamento
Gênero Drama
País de Origem Portugal / França
Duração136 minutos
Direção
Estreia no Brasil 16/11/2017
Estúdio/Distrib. Zeta Filmes
Idade Indicativa 14 anos

Trailer



Comentários


18/11/2017 - Sérgio Sarmento (64 anos)

  Bom
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Assisti NO CINEMA, neste sábado, quando de sua estreia nacional. Mas tão somente em algumas cidades privilegiadas, como a minha. Olha! Assisti, não tenho dúvida alguma, um bom filme português desta cineasta que realmente faz de tudo nesta produção. Falo dela, da portuguesa Teresa Villverde. Que é dela a produção, a ideia, o roteiro e a direção. A mulher é uma verdadeira "faz tudo" dentro e fora de um set cinematográfico deste filme Colo. O filme nos fala de uma família de pai, mãe, filha e seus desdobramentos dentro da sociedade portuguesa. O filme nos fala de comunicação. Por isso aquela família é vista, "por dentro" e leva com isso para poucos diálogos. Fala da crise do desemprego. Onde o pai não tem emprego criando, com isso, um vazio existencial. A mãe, coitada, precisa trabalhar em dois subempregos. Com isso quase não se falam. Oportunizando mais uma vez o afastamento de seus membros. Por outro lado a filha, adolescente, vive momentos transloucados e de difíceis acomodamentos. É um filme de metragem longa. Por tudo isso o título do filme é verdadeiro. Todos, naquela família e sem exceção, querem um COLO para afagar suas carências afetivas. O filme tem exatos 136 (cronometrados por mim) minutos. Com isso oportuniza longos planos. Tem certos momentos, que a câmara fica estática por longos minutos em uma cena. Portanto é um cinema que visa não o comercial e sim os festivais DE CINEMA que o filme é levado a comparecer. Os atores são bons. Onde se destaca o pai personagem vivido pelo João Pedro Vaz. A mãe por Beatriz Batarda e filha adolescente Marta, a única dentro da família que é considerada humana dai o respeito que lhe é dado bem mais que seus pais, falo da talentosa jovem atriz que é Alice Albergaria Borges. Enfim, é filme comercialmente nulo. Este, realmente, ninguém assiste. Para dar uma ideia, para quem me dá o prazer de sua leitura, esse filme entrou em minha cidade em uma cinemateca, onde assisti com, acreditem!, com mais quatro pessoas. Ou seriam testemunhas?

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