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Eu, Daniel Blake

  (I, Daniel Blake)
Sinopse Daniel Blake (Dave Johns) sofre um ataque cardíaco e é orientado pelos médicos a se afastar do trabalho, por complicações na saúde. O recém-aposentado passa a buscar pelos benefícios concedidos pelo governo a todos que estão nesta situação. Blake não esperava ter de lidar com a extrema burocracia instalada pelo governo, amplificada pelo fato dele ser um analfabeto digital. Em uma de suas inúmeras visitas aos governamentais, ele conhece Katie (Hayley Squires), a mãe solteira de duas crianças, que se mudou recentemente para a cidade e também não possui condições financeiras para se manter. Após defendê-la, Daniel se aproxima de Katie e passa a ajudá-la.

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Informações


Título no Brasil Eu, Daniel Blake
Título Original I, Daniel Blake
Ano Lançamento
Gênero Drama
País de Origem Reino Unido / França / Bélgica
Duração100 minutos
Direção
Estreia no Brasil 05/01/2017
Estúdio/Distrib. Imovision

Elenco


... Daniel
... Katie
>> Ver todo o Elenco...

Trilha Sonora


“Sailing By”Composta por Ronald Binge
Interpretada por 'The Alan Perry/William Gardner Orchestra'
(1963)

Trailer



Comentários


07/01/2017 - Sérgio Sarmento (63 anos)

  Ótimo
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Assisti NO CINEMA, neste sábado, quando de sua estreia efetivado na semana da estreia nacional na quinta passado. Olha! Grande vencedor do festival de 2016, DE CINEMA, mais charmoso do Mundo e que chamamos de Cannes e do Palma de Ouro. Em primeiro lugar agradeço sua vitória, pois acredito que, na boa vontade, só assistiria daqui dois anos. Seguramente após muita reza que teria que fazer para ser atendido. E com este comovente e apaixonante filme Eu, Daniel Blake de um dos mais famosos diretores vivos (o cara tem hoje 80 anos) Ken Loach. Dou andamento em meu propósito de ver filmes "que ninguém assiste". Pois é filme humano, é pela solidariedade, mas principalmente sobre o ajudar os outros e que desagua naquilo que temos e chamamos de amizade. Filme altamente sensível. Mas principalmente para quem "tem um parafuso há mais". O cinema deste inglês sempre se caracterizou na defesa dos fracos e oprimidos pelo Estado Central e que chamamos, ainda, de pais. Seja o do filme que fala de um pais adiantado como é o inglês ou de uma nação atrasada como é o brasileiro. Portanto é filme que extrapola nossa geografia conhecida. Por isso na época da ditadura civil/militar de 1964/1985 não conseguia, de maneira alguma, assistir um filme deste diretor (de pensamento esquerdista) pois eram todos censurados pelos governantes de plantão. Desta feita, mais uma vez em seu trabalho, o diretor Loach "se pega" em um operário pobre, humilde e, modernamente, analfabeto na linguagem do computador. O operário simplesmente, após doença, é jogado em uma burocracia medonha para conseguir o seguro desemprego deles (inglês). Coisa de louco mesmo! Este cara mais parece um personagem kafkiano. Pois quanto mais procurava as autoridades competentes. Mais ele se complicava. Cruz credo! Todo o filme é intimista e comovente. Chorei em diversas partes, mesmo. Mas as que me deixou mais triste foram duas. A primeira fiquei "embasbacado" quando ele descobre o caminho que sua amiga toma para se salvar. Cena realmente humana e de uma sensibilidade de "cortar o coração" da gente. A outra é aquela ao final do filme. Neste realmente fui as lágrimas pelo ocorrido em cena. Não foi só eu. Pois na saída (muita gente ficou comigo até os créditos finais muito pelo impactante filme, mas seguramente pelo seu apoteótico encerramento), encontrei muitas pessoas fungando pelo choro. Com um elenco que mais parecia amador pelo grande desempenho. Mas tenho que necessariamente citar o Daniel Blake defendido espetacularmente por um ator que nunca vi "mais gordo ou mais magro" falo deste excepcional DAVE JOHNS. Enfim! É filme, que apesar de ser "para poucos", indico categoricamente para um cara que conhece. Falo de Paulo Nobre. Isso inegavelmente é uma homenagem para um cara que conhece realmente CINEMA (em maiúsculo, mesmo). Dai Nobre! Vai que a bola é tua! E para os demais amigos! Um até um próximo comentário que poderá, acredito, ser logo ali!

09/01/2017 - Donaldo Coelho da Silva (74 anos)

  Não vi
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Grande Sarmento, você estava sumido, férias merecidas, talvez. Muito bom o seu comentário sobre o filme Daniel. Queria lhe pedir a gentileza, bem como ao Rodrigui, Paulo Nobre, Fera, Fraga, René Henrique, para darem uma passada d'ohos na crítica que fiz sobre o filme CAPITÃO FANTÁSTICO. Forte abraço a todos.R.

12/01/2017 - Gustavo (35 anos)

  Ótimo
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- Uma obra de arte. - Neste contexto de crise econômica no Brasil, este filme apresenta uma dura realidade, a face mais perversa da crise, que é o desemprego, a vulnerabilidade da perda da dignidade, o sentimento de dor e fracasso, mas que mostra que há esperança no homem de tirar forças de onde não se tem para superar as dificuldades, sem falar da solidariedade, da grande lição de amor que nos é mostrada. Pode-se dizer que é um filme baseado em fatos reais. Filme belíssimo, tocante, de emocionar pelas inumeras situações de injustiça que pode nos ocorrer. Este ator Dave Johns, que interpreta Daniel Blake, é espetacular não o conhecia. Espero que seja reconhecido por este lindo retrato.

29/01/2017 - Donaldo Coelho da Silva (74 anos)

  Ótimo
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Concordo plenamente com os comentários dos grandes Sarmento e Gustavo. O filme é maravilhoso, perfeito, tudo se encaixa, desde o roteiro até a atuação dos atores principais (os dois garotinhos são fantásticos), até as atuações dos atendentes, irritantes, totalmente desprovidos de bom senso. Uma das grandes lições que nos é apresentada se refere aos analfabetos eletrônicos, dignos, talvez, de dó. Eu mesmo, por exemplo, já "briguei" diversas vezes com o computador e com o celular. Se nós, os "velhinhos", não tivéssemos um netinho para nos ajudas, estaríamos, literalmente, na escuridão tecnológica.

29/01/2017 - Donaldo Coelho da Silvas (74 anos)

  Não vi
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Em tempo: Ao contrário do grande Sarmento, o filme não me emocionou muito, não chorei em nenhum instante. Ao final da sessão, o filme foi aplaudido de pé.

29/01/2017 - Paulo Nobre (59 anos)

  Ótimo
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Para quem não sabe o que é o desespero gerado pelo abismo social, Ken Loach esclarece nesse filme. Filme sensacional. Não vou escrever mais nada, pois tudo o que se precisa saber já foi dito pelo sempre grande comentário do nosso mestre Sérgio Sarmento endossado muito bem pelo Gustavo e pelo grande Donaldo Coelho da Silva. Olha só que curioso: minha cunhada viu o filme e comentou comigo dizendo que o filme era maravilhoso. Logo que cheguei em casa advinha o que fiz? Consultei esse grande site a procura do comentário de adivinhem de quem? Do grande Sarmento. Não poderia deixar de ver o filme depois do seu comentário. Tive que sair da minha zona de conforto, já que o filme só estava sendo exibido em circuito alternativo, "longe" de casa e valeu a pena. Joguei a preguiça de lado e fui. Valeu pela dica Sarmento! Em geral esses filmes menos "populares", que não dão "muita bilheteria", aqui na minha cidade são exibidos em circuitos alternativos, em poucos cinemas e poucas sessões. É claro que agora, que minhas férias estão acabando, ficarei mais restrito e com menos tempo, mas nunca abandonarei o meu maior Hobby, ou seja, os filmes. Obrigado por suas palavras Grande mestre Sérgio Sarmento, espero chegar aos setenta anos conhecendo pelo menos a metade do que você conhece de cinema hoje, pois é claro, que quando isso acontecer você conhecerá muito mais ainda.

31/01/2017 - Sérgio Sarmento (63 anos)

  Ótimo
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Revi o filme novamente em 12.01 passado. Pois é a típica obra que merece uma segunda visita. E é uma obra que devemos assistir novamente não só pela belíssima poesia que emana de suas imagens, mas principalmente da alta carga emotiva que transmite para as pessoas mais dotadas culturalmente, mas principalmente de uma sensibilidade diferenciada. Adoro O CINEMA do diretor britânico Ken Loach um cara demais de 80 anos. Mas é mais um que prova que a idade é apenas "um estado de espirito". Pois podemos ser "velhos" em nossa adolescência como podemos ser um "garotão" aos 81 anos como o é o lendário KEN LOACH. Um cara sabidamente de esquerda, mas sem aquele ranço que tem nossa esquerda tupiniquim e nacional e todas as outras dignas deste epiteto. Mas também voltei por palavras tão absurdamente elogiosa para comigo e que definitivamente não sou merecedor. Pois na minha adolescência. Digamos que era um pouco mais novo que este jovem encantador chamado Lucas Fera (20 anos). Com certeza era mais novo e ali descobri o grande filosofo da antiguidade chamado Socrates e quando ele diz: "... Quanto mais sei mais sei que não sei... ". Com isso ele, o filosofo, reconhecia sua ignorância. Pois é nisso que "me pego" para dizer que a gente em realidade não sabe nada. E toda vez que entro em qualquer CINEMA para ver qualquer filme mequetrefe tenho certeza que dali posso tirar algum ensinamento. E também leio muito e escuto e vejo muita noticia. Em suma como dizia um professor, meu, no século passado. " Temos que ler de tudo, até bula de remédio". Só que acrescentava que O CINEMA tinha que fazer parte desta "leitura". Enfim! Aproveitei o espaço para escrever novamente. Tento em vista que ninguém assiste mesmo um filme como Eu, Daniel Blake. Pela simples razão, meu caro PAULO NOBRE, pois as pessoas continuam NÃO GOSTAR DE POESIAS em um mundo tão mecanicista como vivemos atualmente. Forte abraço! E por favor! Continue me querendo bem! Até logo ali em outro comentário.

11/02/2017 - Nilson Jr. (52 anos)

  Ótimo
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Uma verdadeira denúncia da precarização da classe trabalhadora ( no filme a britânica, mas pode ser abrangente a vários países ) diante de um Estado burocratizado, mecanizado, insensível, no limiar da loucura, quase criminoso. Mostra também a sensibilidade, solidariedade e amor que ainda pode existir no ser humano ( através da figura do protagonista Blake ),mesmo estando em momentos difíceis da vida. Um filme muito cativante e emotivo que demonstra que cinema social não se esgotou. Só precisa de um grande diretor, no caso Ken Loach.

23/02/2017 - Henrique (59 anos)

  Ótimo
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Já assisti várias obras do diretor Ken Loach, as quais gostei muito, o último foi "A parte dos anjos". Agora, com "Eu, Daniel Blake" ele conseguiu o seu melhor. Que coisa! Essa situação do governo abusar dos menos favorecidos é realmente universal, que triste. O filme é de certa forma lento e desesperançoso, mas com uma carga de emoção bem realista (quase chorei rsrsr com a cena da garotinha batendo á sua porta). Ahhh e aquele ator?, não me recordo de ter assistido nada com ele, que "espetáculo".

01/03/2017 - Robson (57 anos)

  Ótimo
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Com certeza, um dos melhores filmes de 2016. Excelente interpretação do ator Dave Johns e da atriz Hayley Squires. História muito bem conduzida, com bela crítica ao sistema. Cinema europeu novamente dando um banho.

22/03/2017 - Papik (33 anos)

  Bom
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Bom filme. Tocante, deixa uma mensagem forte para reflexão e de abrangência mundial. Mostrar Spoiler Gostei muito da ideia do Banco de Alimentos. Não conheço uma experiência assim no Brasil.

04/12/2017 - Julio Simi Neto (61 anos)

  Bom
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Um filme simples e singelo, sem o estrelado de atores de renome. Na fita vemos que também nos países do 1º mundo a burocracia do governo existe em especial para os mais necessitados. Esse bom diretor Ken Loach mais uma vez acertou na mosca. Confira.

05/12/2017 - Predo (36 anos)

  Péssimo
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Só sei que com "burocracia" já tem tanta gente ganhando Bolsa Família sem precisar, imagine se não tivesse "burocracia". Já tentaram até liberar o assassinato de seres humanos no ventre materno apenas com a palavra da mãe. Criticar a "burocracia" é fácil, quero ver fazer melhor sem ser muito mais injusto. Será que alguém consegue pensar além do que lhe é mostrado na tela?

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