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Elis


Sinopse Cinebiografia da cantora Elis Regina. O filme acompanha a adolescência da artista, com as dificuldades financeiras e os primeiros testes para ter seu talento descoberto, até a ascensão, incluindo o destaque na televisão, os envolvimentos amorosos, as controversas decisões tomadas durante a Ditadura Militar, as brigas com parceiros de trabalho e a dependência de drogas e álcool, que levaram à sua morte precoce.

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Informações


Título no Brasil Elis
Título Original Elis
Ano Lançamento
Gênero Drama
País de Origem Brasil
Duração110 minutos
Direção
Estreia no Brasil 24/11/2016
Estúdio/Distrib. Downtown Filmes
Idade Indicativa 14 anos

Elenco


... Elis Regina
... Ronaldo Bôscoli
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Trailer



Comentários


24/11/2016 - Fvfraga (30 anos)

  Bom
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[Parág. ] Elis Regina Carvalho Costa é uma das cantoras mais elogiadas de uma geração que popularizou o termo MPB (Música Popular Brasileira). Com uma das vozes femininas mais marcantes de sua época, “A Pimentinha” (apelido dado por Vinícius de Moraes), emocionou o Brasil com suas músicas e causou polêmicas num país que esteve sob ditadura militar durante toda a sua carreira. Neste ano de 2016 sua cinebiografia chega às telonas, dirigida pelo estreante em longas-metragens Hugo Prata e com Andreia Horta interpretando Elis Regina. [Parág. ] ‘Elis’ (2016) aborda a carreira da cantora gaúcha, a partir de sua chegada com o pai ao Rio de Janeiro, em meio ao golpe militar de 1964. O filme não explora seus primeiros anos onde começou a cantar no Clube do Guri em Porto Alegre / RS e posteriormente no rádio, de onde foi contratada por um canal de TV para cantar num programa musical no Rio. Quem quiser saber um pouco mais sobre sua trajetória anterior ao que aparece no longa, pode assistir no “docudrama” da Rede Globo, ‘Elis Regina - Por Toda Minha Vida’, ou ler nos livros biográficos, como ‘Viva Elis’ (escrito por Allen Guimarães) disponível para leitura online no Portal Elis Regina, criado em homenagem aos 70 anos da cantora. [Parág. ] Hugo Prata, que anteriormente só havia dirigido episódios de series da TVE, como ‘Rá-Tim-Bum’ e ‘Castelo Rá-Tim-Bum’, além de alguns videoclipes, apresenta uma direção competente para seu primeiro trabalho dirigindo um longa-metragem, mesmo que não apresente algo notavelmente mais “original”. O ponto forte do filme certamente está nas próprias canções de Elis Regina que embalam o longa e seguram a atenção do espectador, sempre que o ritmo da narrativa ameaça cair. Andreia Horta convence bem imitando os trejeitos de Elis Regina, ela fez aulas de canto e dança, para poder interpretar as músicas que foram inseridas posteriormente com a voz original de Elis, sendo que são poucos os momentos em que notamos que a atriz foi “dublada”, ainda que não passem despercebidos aos ouvidos e olhos mais atentos. [Parág. ] O maior problema do longa está nos diálogos em que Horta tenta emular a fala de Elis Regina, principalmente na pronúncia de algumas gírias e na sua característica rizada nervosa e por vezes debochada. Ainda que a própria Elis realmente tivesse uma forma de se expressar que soava um tanto exagerada, pronunciando algumas palavras de forma bem peculiar, quando a atriz tenta imitar fica um pouco artificial. Nada que atrapalhe demais o filme como um todo, mas é o suficiente para causar alguma estranheza para o público mais atento. Não é por falta de esforço que Andreia Horta não tenha encarnado a “perfeita” Elis Regina, o que talvez seja praticamente impossível, pois nem mesmo a talentosa Hermila Guedes o fez no já citado episódio da série ‘Por Toda Minha Vida’ sobre Elis Regina. [Parág. ] Fora nas cenas já discutidas, na maior parte do filme Horta se sai muito bem, justificando sua premiação como Melhor Atriz, no Festival de Cinema de Gramado de 2016. Ela se sobressai principalmente quando utiliza as performances baseadas nas que Elis aprendeu com Lennie Dale, aqui interpretado por um inspirado e quase irreconhecível Júlio Andrade, sem seus cabelos e com uma expressão corporal delicada. A escalação do elenco está muito “afinada” como um todo. Lúcio Mauro Filho faz um canastrão Miéle muito convincente e carismático, e Gustavo Machado um Ronaldo Bôscoli canalha, sedutor e elegante ao mesmo tempo, sem nunca exagerar nenhuma das características. Caco Ciocler (César Camargo Mariano), Rodrigo Pandolfo (Nelson Motta) e Zecarlos Machado (Romeu) se não se destacaram mais é por que seus personagens não o exigiram, por causa de seu pouco tempo em tela. [Parág. ] Os cenários, principalmente dos palcos em que Elis canta, nos transportam para o Brasil dos anos 60 e 70, musicalmente efervescentes e politicamente conflituosos. Uma pena que a edição teve que deixar de fora momentos importantes da carreira dela como o disco gravado com Tom Jobim, ‘Elis & Tom’, histórico registro da MPB. Considerando que ela viveu em um tempo em que todas as suas músicas foram submetidas a censura, impedida de cantar músicas de compositores como Chico Buarque é impressionante que isso não tenha abalado demais sua criatividade. Mesmo seus problemas com a ditadura foram pouco explorados, ainda que tenham sido retratados fatos, como ela ter sido investigada pelo DOPS (Departamento de Ordem Política e Social) e posteriormente ganhado inimigos entre os intelectuais de esquerda, ao se apresentar em um evento dos militares, para tentar se desvencilhar da perseguição, foi tudo abordado de forma rasa. [Parág. ] Em 2013 Elis Regina foi eleita a melhor voz feminina da música brasileira pela Revista Rolling Stone e foi citada também na lista dos maiores artistas da música brasileira, ficando na 14ª posição, sendo a mulher mais bem colocada. Embalado pelas músicas da cantora, o filme é efetivo em cativar o espectador, porém o que mais faz falta para a cinebiografia ‘Elis’ alcançar a excelência é que ela tivesse um pouco mais da ousadia que Elis Regina tinha. Faltou mergulhar nos pensamentos da cantora, talvez explorar mais as circunstâncias e o estado psicológico que a fizeram morrer precocemente aos 36 anos de idade, por uma overdose de cocaína e bebidas alcoólicas. [Parág. ] Mesmo que tenha ficado um pouco raso quanto a representação da psique de Elis, o roteiro escrito a três mãos por Hugo Prata, Vera Egito e Luiz Bolognesi consegue amarrar as diferentes fases da vida da cantora de forma coesa. Aliado com uma edição que rima com cada música escolhida e uma fotografia que soube utilizar as sombras para valorizar a performance da atriz principal, ‘Elis’ é uma produção audiovisual com uma ótima qualidade técnica. Se o longa não conseguiu estar à altura da artista biografada não foi por falta de esforço de sua equipe de produção, talvez seja simplesmente por que era uma tarefa impossível para um único filme. [Parág. ] Em visita a Porto Alegre para divulgação do longa-metragem e para uma entrevista coletiva, após uma cabine de imprensa, Andreia Horta visitou a casa de Elis Regina no bairro IAPI, como você pode conferir no vídeo abaixo. Uma reportagem no mínimo inusitada, mas não menos interessante. Vale a pena conferir no link abaixo. Youtube. Com/watch? V=AeAvuEX_G8g
#FÃCULT
#FanCul t
#PipocadePimenta
#FVFraga.

24/11/2016 - Sérgio Sarmento (63 anos)

  Ótimo
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Assisti NO CINEMA, nesta tarde, quando do lançamento nacional efetivado exatamente no dia de hoje. Olha! É muito difícil fazer uma cinebiografia de cantores neste pais. Vejam o caso de Dois Filhos de Francisco, Cazuza, Tim Maia e por ai vai. É difícil, principalmente, pois quem injeta dinheiro na produção é a Globo Filmes e chamada seus atores e diretores. Desta maneira fica mais um tipo de novelão de dar "nos dedos" da gente. Este ELIS sobre a maior cantora que este pais produziu não foge em nada do que falei. Mas, com certeza, "fechei meus olhos" de critico, quem entende da "coisa" e, principalmente, de quem ama CINEMA desde "criancinha" e AMEI O FILME. Adorei a interpretação desta mineira de Juiz de Fora chamada ANDREIA HORTA como ELIS. Ela imitou apaixonadamente a notável, espetacular e sensacional como foi a vibrante, perfeita e magnifica ELIS REGINA. Está gaúcha nascida e criada, nos primeiros 20 anos, pelo menos o filme deixa esta pista, em Porto Alegre na vila do IAPI. Me amarrei nas músicas cantadas por ela. Pois acompanhei intensamente tudo aquilo. Vivi todas as músicas em tempo real, mesmo. Os atores de apoio estão muito bem. Para mim o melhor foi Julio Andrade no papel de Lennie Dale. Sensacional este "moço" na sua composição. Mas Lucio Mauro Filho como Miéle o faz muito bem. Assim como Gustavo Machado e Caco Ciocler como Ronaldo Bôscoli e o grande Cesar Camargo Mariano, seu dois únicos maridos, em sua curta, mas profícua vida que foi a de Elis Regina. Por último gostaria de dizer que é obra que mesmo tento defeitos. Alias enormes defeitos. Mas curti, cantei, me enamorei. Mas sobretudo me emocionei e com isso chorei desbragadamente naquele "escurinho" obsequioso que nos prestam estas salas magnificas destes CINEMAS de Shopping. Que saudades! Sensacional tudo aquilo!

28/11/2016 - José Alberto (49 anos)

  Ótimo
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Falar de Elis é um desafio para mim. Elis, Bethânia e Gal são a "santíssima" trindade feminina da nossa MPB. Ouço Elis desde muito tempo, antes mesmo de sua morte no início de 1982, e quando ela morreu passei a cultuá-la como minha diva maior. Tenho toda a obra discográfica dela e os principais livros abordando sua vida. O último lançamento "Elis Regina-Nada Será Como Antes" de Julio Maria é o mais detalhado e o mais recomendado para quem quiser conhecê-la melhor. O CD duplo "Um Dia" que contém as duas apresentações dela em 1979 no festival de jazz em Montreux, Suíça; um dos festivais mais respeitados do mundo até hoje, é o disco que eu levaria para uma ilha deserta, pois o repertório, a magia, a técnica e a emoção dela nesse show faz desse CD um dos meus preferidos da MPB (no YouTube existe esse show na íntegra). Escrevi isso, pois sou um amante da arte, especialmente a música em primeiro lugar, logo depois o cinema e seu encantamento. Em relação ao filme, vemos os principais acontecimentos da vida de Elis, seus relacionamentos, alegrias, decepções e sua grande vontade de viver a vida intensamente. O filme não aprofunda todas essas questões, por isso aconselho o livro de Julio Maria no qual temos um retrato nítido do que foi essa baixinha maravilhosa que passou apenas 36 anos aqui neste planeta. O que se vê no filme não é nem a metade do que foi o talento, a garra e a mulher super inteligente que foi Elis. É apenas uma "amostra grátis" de tudo que ela propagou na nossa cultura. Corram e assistam!

05/12/2016 - Kassio (19 anos)

  Ótimo
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ELIS... Que história linda, forte e bonita de se ver e contar, vimos em cena interpretações fantásticas e dignas dos prêmios que recebeu, Andréia Horta MAGNIFICA! Causa estranhamento a dublagem em primeiro momento, mas depois passa, voltando a história, achei que faltou algumas coisas, focaram muito em alguns aspectos e outros foram esquecidos ou pouco mencionados... Jair, Nara e Seu Pai foram meros figurantes... E o final abrupto me lembrou o especial que a Globo exibiu em 2006, igual sem muito aprofundamento, eu esperava uma abordagem distinta. Mas vale muito a pena, poder ouvir belas canções e saber mais da nossa Pimentinha totalmente brasileira.

12/12/2016 - Lucia Maria Miranda (64 anos)

  Ótimo
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... O filme é legal, mas senti falta de um ator para interpretar o Milton Nascimento e dentre as músicas escolhidas para o repertório, para mim faltou Maria Maria, que tinha uma conotação especial na voz de Elis. Para quem viveu aquela época e conhecia a todos é fácil apreender quem é quem, mas para aqueles que não poderiam exatamente saber quem era Miele, Bôscoli, Henfil, penso que fica assim um pouco complicado. Todavia, com dublagens ou efeitos que sejam, a Horta foi muito bem no geral.

05/02/2017 - Zecanick (55 anos)

  Não vi
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Com certeza é um filme certo pra se ver e rever dessa grande cantora brasileira e universal que nos brindou com sua existência e sua obra. Pena a sinopse do filme não ter a trilha sonora com suas respectivas autorias e intérpretes. Fica a dica.

07/02/2017 - Nilson Jr. (52 anos)

  Bom
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Como toda biografia que conta toda a trajetória pontuada por momentos na vida da personagem, cai na esparrela da transposição de tempo e cada conflito é abordado de forma rasa e indefinida, ainda mais se tratando de Elis, de tantas reviravoltas na carreira musical, na vida amorosa, na relação política com o país. Andreia Horta faz uma caracterização incrível de Elis, mas salta aos olhos o maravilhoso Júlio Andrade, que faz um Lennie Dale inspiradíssimo. Com narrativa televisiva, vai agradar a maioria do público médio, mas deixa a desejar em profundidade da "alma" da verdadeira Elis, a face determinada e controversa de uma feminista, cujo talento ainda não foi superado na música brasileira.

21/02/2017 - Maria do Carmo (50 anos)

  Bom
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Muito bom filme! Retratação da época excelente e interpretações muito convincentes. Fiquei impressionada com a performance da atriz Andreia Horta interpretando a cantora Elis Regina. As expressões da cantora, como o sorriso (Elis sorria com o rosto inteiro) foram muito parecidas. Quando Elis Regina morreu eu era adolescente, tinha 15 para 16 anos, mas, me lembro muito bem das suas músicas, pois a ouvia no rádio e a via em apresentações em programas musicais e de entrevistas na TV. A atriz fez direitinho no filme! A Elis era do jeitinho que a atriz interpretou na película. Incrível! Nossa, viajei com as músicas! Muito muito bom! E Elis era uma cantora muito intensa, a sua interpretação era ímpar, sem igual. Jamais, ninguém será como ela. Pena que nos deixou cedo. Apesar da pouca idade na época, eu gostava muito de ouvir suas músicas. Vale muito a pena ver o filme.

24/02/2017 - Henrique (59 anos)

  Ótimo
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Não acreditava que a atriz Andréa Horta iria se sair tão bem como Elis, Cara! Mesmo um pouco exagerado nos trejeitos e sorriso, ela foi perfeita, além dela Julio Andrade mostra que é um dos melhores atores brasileiro, infelizmente pouco valorizado. Lembro-me ainda criança assistindo na casa de uma vizinha rsrs a final do 1° Festival da MPB com Elis cantando "arrastão". Adorei conhecer em detalhes (mesmo que sucinto), a trajetória de Elis, só achei que deveriam explorar mais o estado psicológico dela, o que a levou as drogas, bebidas até a morte. Belo filme! É isso Brasil.

26/02/2017 - Renata (39 anos)

  Bom
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Muito bom o filme, também acho que poderiam explorar mais o motivo de ter levado Elis a morte, afinal como ela dizia era boa mãe e deixou três crianças pequenas.

01/03/2017 - EddieViana (21 anos)

  Ótimo
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É um ótimo filme. Intenso como a vida da cantora. Excelentes atuações, embora às vezes exagerado quando retrava os trejeitos da cantora, mas nada que comprometa a qualidade da película. Vale a pena ser assistido com certeza.

02/03/2017 - Robson (57 anos)

  Bom
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Assisti com um pé atrás esse filme, mas foi uma grata surpresa. Apesar de algumas críticas, creio que Andreia Horta deu conta do recado. No mais, bom atores, boa sequência que retrata um pedaço da história da Elias e da nossa música. O filme não é cansativo e as músicas bem inseridas.

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