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Manchester à Beira-Mar

  (Manchester by the Sea)
Sinopse Diante da morte do irmão, Lee Chandler se vê obrigado a voltar para sua cidade natal para cuidar do sobrinho adolescente e enfrentar as razões pelas quais abandonou o lugar.

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Informações


Título no Brasil Manchester à Beira-Mar
Título Original Manchester by the Sea
Ano Lançamento
Gênero Drama
País de Origem EUA
Duração137 minutos
Direção
Estreia no Brasil 19/01/2017
Estúdio/Distrib. Sony Pictures
Idade Indicativa 14 anos

Elenco


... Lee Chandler
... Patrick
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Trilha Sonora


“Pifa (Pastoral Symphony) -The Messiah”Composta por George Frideric Handel (não creditada)
Interpretada por Musica Sacra Chorus e Orchestra
(p) 2016 Milan Records
“Sonata for Oboe & Piano, 1st Movement”Interpretada por Gerhard Kanzian & Ed Lewis
(p) 2016 Milan Records
>> Ver toda a Trilha Sonora...

Trailer



Comentários


21/01/2017 - Sérgio Sarmento (63 anos)

  Ótimo
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Assisti NO CINEMA, nesta data, quando do lançamento nacional, mas só em algumas cidades privilegiadas, como a minha. E mais uma vez escrevo que é filme para poucos. E isso me oportuniza dizer que é filme que "ninguém assiste" em uma sala DE CINEMA. Mas até, desta vez, absolvo se o cara assistir nestas telas ridículas de uma televisão. Pois o filme é maravilhoso! Mas também de uma complexidade acachapante. Fazia alguns anos que não assistia um filme americano com um drama tão dolorido. Tão triste em sua temática. Mas é ao mesmo tempo intimista, o respondo de pronto, que é igualmente uma obra raríssima vindo de lá. Confesso que jamais assisti um filme deste diretor Kenneth Lonergan. E isso que quase sempre não saio dos CINEMAS e o diretor tem mais de 50 anos. Mas este cineasta é tão feliz, neste filme, que consegue fazer poesia em um roteiro que é só tragédia na vida do personagem Lee Chendler. Vivido de uma maneira perfeita por Casey Affleck, o irmão mais novo de Ben Affleck. Uma coisa posso escrever categoricamente para vocês. É o melhor trabalho deste cara NO CINEMA. E isso que ele vem fazendo filme deste o final dos anos 1980. O papel dado para ele, e sem fazer um juízo precipitado, foi oferecido de encomenda para ele. Pois um dos produtores do filme é Matt Damon. Grande amigo do seu irmão Ben Affleck. Não podemos esquecer que os três atores surgiram para o mundo DO CINEMA com o filme Gênio Indomável (1997) do notável diretor Gus Van Sant. E com roteiro de Matt Damon e Ben Affleck. Portanto, acredito, e reforço que o papel deste filme Manchester à Beira Mar foi dado para Casey Affleck sob encomenda. Mas tirando isso. Vamos ver que o ator aproveitou bem a oportunidade. Pois o fez tão bem que ganhou o prêmio de melhor ator no último Globo de Ouro. E é sério candidato para indicação do Oscar de melhor ator 2017 no próximo dia 24. Além disso tudo o filme e notável, pois mostra um melodrama não convencional. Não é só aquele velho clichê dos filmes da indústria cinematográfica. Onde sempre tem aquele final convencional. Nada disso. O filme é "peleado" de ponta a ponta. Não dando chance alguma para temáticas prefixadas e da mesma mesmice. Mas quem aparece muito bem como coadjuvante. Mas que mesmo assim consegue um destaque enorme é a atriz Michelle Williams. Já assisti alguns filmes desta atriz, mas acredito que SEMPRE ela esteve muito bem em seus papeis. Por tudo grande atriz! E faço votos que consiga destaque para alcançar algum grande prêmio. Inegavelmente ela já está merecendo um patamar bem superior. Enfim! É um filme tão grandioso. Que por mais que escreva adjetivos em seu favor. Não poderei expressar sua grandeza por palavras. Pois o bom mesmo é assistir em um dos raros CINEMAS que o está apresentando. Mas muito atenção. Já escrevi acima, mas não custa dizer novamente. Não é filme convencional. Quem não está acostumado com certo tipo de CINEMA. Por favor! Não se habilite. Mas eu, com a mais absoluta certeza, estou programando ver novamente. É mais uma obra que merece ser assistida, por mim, uma segunda vez.

22/01/2017 - Maria Teresa (33 anos)

  Ótimo
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Ninguém assistiu a este filme? Só eu e o Sr. Sarmento? Só eu vim aqui para chorar, para dizer o quanto me senti mal durante a sua projeção. No momento, só me lembro de me sentir assim após saber qual tinha sido a Escolha de Sofia. Que história fantástica, ótimas interpretações (o jovem ator ruivo lembrava o tempo todo do príncipe Harry) e MW entrega uma interpretação poderosa no momento - a meu ver - em que ela pede perdão e o convida para um lanche. Só a trilha musical em determinados momentos achei que era dispensável. Sabe aquele momento em que "a paz que você procura está no silêncio que você não faz", pois é. Vou voltar porque quero chorar de novo!

23/01/2017 - Sérgio Sarmento (63 anos)

  Não vi
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Não consegui assistir novamente um dos filmes mais impactantes que tenho noticia. Pois estou saboreando, ainda, uma das obras mais perturbadoras que assisti nos últimos anos. A importância é maior, pois estou "quase" sempre dentro daquelas "salas maravilhosas" que possui certos shoppings nas grandes cidades. Mas principalmente por ter vindo de uma indústria cinematográfica que pouco produz filmes deste calibre, isto é, absurdamente intimista. Vocês, quero crer, sabem muito bem que tipo de filmes eles produzem! Bem, mas voltei para prestigiar o retorno de uma colega muito especial. Falo de Maria Teresa! Grande colaboradora do site IF e que, lamentavelmente, andava sumida. Olha MT! Teus comentários são o que temos de melhor no IF. Comentário sóbrios, sucintos (sem qualquer firula) mas principalmente didáticos. Adoro, de coração, ler seus escritos DE CINEMA. Principalmente de um filme como é Manchester à Beira Mar. Um filme realmente diferenciado e, sempre digo, quem tem "um parafuso a mais" vai adorar o filme, como gostamos. Só mais duas "coisinhas" apareça mais com seus comentários inteligentes e fique sabendo que você enobrece uma arte chamada CINEMA (em maiúsculo mesmo). Mas por favor! Pare de me chamar de senhor. Pois, para mim, a idade é apenas um estado de espírito. E com isso quero dizer que tenho, digamos, 30 anos. A idade da razão como bem escreveu o grande francês e filosofo do existencialismo Jean-Paul Sartre. No mais "cresça e apareça" e até outro comentário meu. Pois teu, seguramente, vou ter que fazer um pensamento positivo, para ler (no anos que vem) um outro e aprender um pouco mais com seus conhecimentos. Ah! Já ia esquecendo. Estava com saudades de ler sobre um filme, aqui no IF, onde só tinha (ou tem) o meu comentário e o teu.

25/01/2017 - Maria Teresa (33 anos)

  Não vi
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Obrigada, Sérgio, pela gentileza de suas palavras. Voltei, porque, Manchester à Beira-Mar é um baita filme, fala sobre um dos mais terríveis e dolorosos sentimentos humanos: a culpa e a dor do luto. Pena que o filme não virou um "campeão de bilheteria", porque ele tem muitas lições a serem aprendidas. E, finalmente, você tem razão: velho é aquele que perdeu o entusiasmo.

27/01/2017 - Lucas Fera (20 anos)

  Ótimo
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Manchester à Beira Mar é basicamente um filme sobre emoções. No longa, acompanhamos a vida de um depressivo e melancólico zelador, Lee, interpretado por (Casey Affleck) que soube de surpresa que seu irmão morreu. Desde então, se vê obrigado a cuidar de seu sobrinho Patrick (Lucas Hedges) e ao mesmo tempo lidar com sua recente perda. Durante o filme, acompanhamos a vida de Lee e como ele lida com seus sentimentos, ao mesmo tempo em que vemos flashbacks do seu passado, um tanto trágico também. O diretor Kenneth Lonergan consegue criar cenas e diálogos bem reais, parecidos com situações que acontece na vida real e não falas prontas dos típicos filmes que vemos. Há cenas que não necessita de diálogos para entender e basta uma trilha sonora para emocionar e transmitir o que Kenneth quer mostrar. Casey Affleck faz uma atuação excelente sendo um homem depressivo e antipático depois de tudo que aconteceu em sua vida, mostrando dificuldade de se relacionar com as pessoas, seu sobrinho e sua própria família. Aliás, ótimos comentários do cinéfilo conhecido por aqui como Sérgio Sarmento e da Maria Teresa.

15/02/2017 - Henrique (59 anos)

  Ótimo
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Kenneth Lonergan é um Diretor que fez poucos filmes e de pouco sucesso, anos atrás assisti um ótimo dele, "Conte Comigo", que também era um drama familiar. Agora em "Manchester a Beira Mar" ele se superou, contando a história de um triste homem, que não vive, apenas esta vivo. Com imagens lindas da cidade inteiramente coberta pela neve, o que aumenta ainda mais a sensação de tristeza. Um drama que se não te fizer chorar, com certeza te dará um nó na garganta. Casey Affeck esta tão melancolicamente perfeito que será uma grande injustiça se não levar o Oscar 2017 de melhor ator.

17/02/2017 - Vanessa F. (34 anos)

  Ótimo
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Esse filme é esplêndido, é maravilhoso e um dos melhores filmes de drama que já assisti na vida. Confesso que drama não é o meu forte, mas este aqui vale muito a pena. Fiquei pensando no filme até três dias depois de assisti-lo porque realmente não se trata de um filme que te faz apenas chorar, mas sim de refletir. Eu nunca gostei desse ator Casey Affleck, mas nessa atuação seu desempenho é indiscutível. Ele está perfeito.

18/02/2017 - Papik (33 anos)

  Ruim
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Duas horas e quinze de puro tédio. Não via a hora desse filme acabar. O Casey Affleck trabalha direitinho, mas o filme me puxou para baixo. A trilha sonora é de amargar, do início ao fim. Muito feia, muito ruim, credo! Esse filme não vai faturar nada no Oscar.

18/02/2017 - Paulo Nobre (59 anos)

  Bom
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É um filme sensível e emocionante. Não vi no cinema, mas nem por isso deixei de sentir toda a sua dramaticidade e beleza. O filme fala de dor, dor, dor e dor. Corroborando com os ilustres comentaristas acima vimos uma excelente atuação de Casey Affleck, talvez na sua melhor performance até hoje e sendo coadjuvado pela excelente Michelle Williams. Quando vi essa atriz, hoje com 37 anos, pela primeira vez em 2003 no seriado Dawson's Creek, tive a certeza de que seu futuro seria promissor. Não deu outra. O filme seria o primeiro trabalho na direção do premiado ator e roteirista Matt Damon, porém pela sua recusa quem assumiu foi Kenneth Lonergan, que com isso passou a assinar o roteiro e a direção do seu terceiro filme, dos quais esse é o primeiro que vejo. VALE A PENA.

18/02/2017 - Kassio Freitas (19 anos)

  Bom
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Um filme com bela fotografia, boas atuações, mas falta algo! Não sei o que exatamente, mas não me emocionou ou prendeu quanto aos outros indicados. Esperava mais.

21/02/2017 - Tallullah Belle (29 anos)

  Péssimo
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Cuidado se você for depressivo. Não esqueça de tomar sua medicação antes porque senão poderá entrar em crise. O filme é chato, arrastado, horrível. Não gostei.

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