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É Apenas o Fim do Mundo

  (Juste la fin du monde)
Sinopse Longe de casa há doze anos, o escritor Louis vai ao encontro da mãe, da irmã, do irmão e da cunhada para informá-los que irá morrer em breve. No entanto, o roteiro da curta reunião, idealizado por Louis, sairá de seu controle assim que as mágoas, as memórias, as brigas e as lágrimas do passado começarem a ressurgir entre a família.

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Informações


Título no Brasil É Apenas o Fim do Mundo
Título Original Juste la fin du monde
Ano Lançamento
Gênero Drama
País de Origem Canadá / França
Duração97 minutos
Direção
Estreia no Brasil 24/11/2016
Estúdio/Distrib. California Filmes
Idade Indicativa 12 anos

Elenco


... La mère
... Antoine Knipper
>> Ver todo o Elenco...

Trilha Sonora


“I Miss You”Escrita por Mark Hoppus, Thomas DeLonge e Travis Barker
Interpretada por Blink 182
(p) 2004 Geffen
© 2016 Quartet Records
“Natural Blues”Escrita por Vera Hall, Alan Lomax e Moby
Interpretada por Vera Hall e Moby
(p) 2000 Mute V2
© 2016 Quartet Records
>> Ver toda a Trilha Sonora...

Trailer



Comentários


09/12/2016 - Sérgio Sarmento (63 anos)

  Bom
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Assisti NO CINEMA, nesta data, quando finalmente tivemos seu lançamento efetivado em minha cidade. Mais uma vez dando seguimento para uma odisseia de ver filmes "que ninguém assisti". Cai de "corpo e alma" em um cinema que apresenta um filme deste genial diretor canadense da parte francesa chamado Xavier Dolan. Olha! Chega ser uma coisa "monstruosa de satisfação" saber que um jovem (para mim que respiro CINEMA o cara é gênio) de 27 anos já tem seis longas metragens em seu "cadastro" e todos, sem exceção, consagrados em festivais de cinema por este mundo afora. O primeiro filme com,17 anos, foi sua primeira obra prima e batizada com o curioso título de Eu Matei Minha Mãe (2009). E depois foram produzidos mais 4 obras para finalmente chegar neste não menos curioso título É Apenas o Fim do Mundo (2016). Conhecendo, como conheço, a obra de Xavier Dolan vós digo que é obra menor em relação as demais. Mas independentemente disso é uma obra poderosa. Mais um vez nos fala das mazelas da condição familiar/humana. Onde coloca um indivíduo que não assiste seus familiares. Pasmem! Doze anos! É claro que disso resulta em uma obra de 99 minutos. Quase toda ela realizada em um só ambiente e filmado na maioria das vezes com seus personagens e individualmente. E com uma técnica revolucionaria que é em closes. Fica realmente uma coisa estranha. Conseguimos ver as expressões de raiva, de apaziguamento, de tranquilidade e de volúpia. O cara consegue realmente fazer um raio x daquela gente. Onde o pior queria até esmurrar seu pretenso oponente. E depois é filme de vários diálogos onde devemos ter um certo cuidado para acompanhar toda aquela verborragia expressa pelos participantes. Por ser uma coprodução com os franceses vemos vários grandes atores modernos em destaque. Onde necessariamente tenho que citar a talentosa veterana atriz Nathalie Baye. Esta senhora considero uma das entidades no teatro e cinema francês. Tem Vincent Cassel que nos últimos filmes vem se caracterizando como um canastrão e cafajeste personagem. Mas neste dá um "show de interpretação" fazendo, com isso, um de seus melhores papeis NO CINEMA em anos. Marion Cotillard é uma entidade moderna nas produções francesas. E bonita Léa Seydoux que mais uma vez faz um trabalho maravilhoso. Mesmo estando com uma super maquiagem de se tornar irreconhecível para os menos desavisados. E finalmente um cara que não lembrava. Mas que responde magnificamente bem no papel da volta " do filho pródigo " depois de 12 anos de afastamento. E mais uma vez o destaque é a trilha sonora. Totalmente saído da boa cabeça do jovem diretor Dolan. Onde se destaca uma de origem romena que é "Dragonstea Din Tei" e que no Brasil é nos apresentada como "Festa No Apê" defendida "absurdamente" pelo cantor Latino. É mais um filme de enormes predicados. Mas conhecendo "as coisas" tenho que dizer que é filme "para poucos". Que em um certo sentido defendo que só quem tem uma mente mais aberta devesse acompanhar uma obra como esta do jovem diretor Xavier Dolan. Pois se der ao contrario e cair em mentes insensíveis iríamos ter um texto que seguramente seria melhor se não existissem.

06/02/2017 - Miguel Angel S. Bobadilla (42 anos)

  Regular
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Li a sinopse anteriormente, esperando mais coisas. Então, o roteiro não é para aqueles que queiram um pouco de ação. O filme é totalmente parado focado somente nos diálogos, em boatos e no "lavar roupa suja". A partir daí montamos como foi e está sendo a convivência familiar. Fica um suspense de quando dirá o real motivo da viagem à sua família do personagem principal. Alguns atores são conhecidos, atuam bem dando ênfase aos seus personagens. Não gostei do final, esperando uma conclusão mais dramática. Mostrar Spoiler Apesar que me comoveu ver um pássaro igual ao personagem principal, esperando a morte chegar

04/03/2017 - Henrique (59 anos)

  Regular
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O roteiro até que é legal, mas o excesso de diálogos, que não chegavam a nada foi por demais maçante. Teatral demais para o meu gosto, sempre digo, cinema é cinema, teatro é teatro. Pelos bons atores merece um regular.

09/10/2017 - Paulo Nobre (60 anos)

  Regular
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O filme conta com boas atuações dos 5 personagens principais; Nathalie Baye (deu um show em algumas cenas), Vincent Cassel, a linda Marion Cotillard (o seu olhar dizia tudo no filme), Léa Seydoux (do filme "Azul é a cor mais quente") e Gaspard Ulliel (no papel de Louis). O roteiro é bom e a grande sacada dele foi já deixar claro, qual a intenção inicial de Louis. O filme foi dirigido pelo jovem diretor Xavier Dolan, que já acumula no seu currículo inúmeros sucessos, mas dos quais só vi "Mommy (Mommy - CAN - 2014) ". Porém, só não achei bom, pelo estilo teatral do filme. Diálogos muito longos. Não é a toa que o filme é baseado na peça teatral homônima escrita por Jean-Luc Lagarce. Fico pensando se não poderia ter sido reduzido um pouco em seu tamanho.

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