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João, O Maestro


Sinopse Quando criança, João Carlos Martins era considerado um prodígio do piano, conquistando a fama internacional. Um dia, no entanto, sofre uma paralisia que o impede de tocar. Ele insiste, mas é obrigado a abandonar a música. João Carlos Martins lança-se na política, carreira que traz problemas quando é acusado de fraudes. Ele retorna à vida de pianista, mesmo quando um problema médico retira parte de seus movimentos. Usando apenas uma das mãos, o músico realiza concertos e depois torna-se maestro.

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Informações


Título no Brasil João, O Maestro
Título Original João, O Maestro
Ano Lançamento
Gênero Drama
País de Origem Brasil
Duração116 minutos
Direção
Estreia no Brasil 17/08/2017
Estúdio/Distrib. Sony Pictures
Idade Indicativa 14 anos

Elenco


... Rita
... João (adult)
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Trailer



Comentários


20/08/2017 - Maria Teresa (36 anos)

  Ótimo
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Impecável. Excelente quanto ao elenco (os três Joãos), edição de som, fotografia. A trilha sonora dá vontade de chorar. Trabalho mais que perfeito de Alexandre Nero, ele se entregou de corpo e alma ao personagem. A minha sessão só teve um probleminha que está se tornando muito comum nas salas de cinema: as pessoas não calam a boca, ceus, falavam até durante os concertos.

25/08/2017 - Sérgio Sarmento (63 anos)

  Ruim
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Assisti NO CINEMA, nesta data, quando do lançamento em minha cidade (com uma semana de atraso) ocorrido ontem. Olha! Que "peninha" o filme do veterano Mauro Lima não é bom! Conheço os trabalhos do diretor há mais de 10 anos. Este filme é o quinto que assisto dele e todos EM CINEMA. Portanto posso garantir que o oficio deste senhor. Aquele que está em sua carteira de trabalho é realmente de cineasta. Este é sua segunda cinebiografia de músicos feitos na sequência. Seu último trabalho no gênero foi as filmagens da história do MESTRE da soul music brasileira TIM MAIA (2014) e que realizei um vibrante comentário no IF de 30.10.2014. Dito isso me assanhei todo para ver este trabalho sobre um dos maiores pianistas/maestro brasileiro que foi João Carlos Gandra da Silva Martins (n. Em 1940). Um brasileiro de origem abastada (rica) do estado de São Paulo. Acontece que "dei com os burros na água". O diretor simplesmente resolveu trocar a linguagem de seu filme (os outros não eram assim) acadêmica, solene e com isso não cativa o espectador (eu não tenho vergonha de dizer que bochechei em certas passagens do filme). E como mostra a vida do musico deste sua infância. Se utilizando de quatro atores. A coisa não funciona. Quando tem que trocar as camadas (dos atores) a coisa sofre da velha continuidade. As camada ficam confusas. Aquele vai e vem do roteiro é ridiculamente realizada. Como é uma obra que filme a vida do musico por mais de 50 anos. Os caras esqueceram (?!) de datar as camadas (passagens). Digo isso, pois a obra é filmada em vários lugares (do mundo) e a produção coloca o nome das cidade e países. E como as data não foram colocadas a coisa ficou mais confuso, ainda. Quando aos atores. Dos quatros, só citarei Alexandre Nero que tecnicamente está muito bem. Mas com isso faltou sentimentos para seu personagem. O cara só representa, mesmo. Mas quem leva o filme muito bem em sua terceira parte, a maior do filme, é o ator gaúcho Rodrigo Pandolfo. O cara realmente "leva o filme". E depois o diretor Mauro Lima omite um fato histórico na vida do maestro. Quando João Carlos Martins se envolve com Paulo Maluf e a empresa Pau-Brasil em um escândalo de fraude fiscal (isso prova como é institucional o filme João, O Maestro). Cruz credo! E depois o filme é um grande comercial para o maestro João Carlos Martins e para as empresas que financiam o filme (a coisa é aviltante mesmo, pois no início o filme dá mais de dois minutos informando os patrocinadores. ) Mas tenho que citar pelos menos uma que é a orquestra Bachiana Filarmônica Sesi-SP. Vou citar só por ser um projeto do maestro e adotado pela entidade industrial. Mas tenho que confirmar que é irritante tudo isso! Enfim, "me custa" muito ser desfavorável para filme que apostei grande. Mas a obra, para mim, se oficializou como um "muro de lamentações". E os meus aforismos prediletos tem que serem invocados. Cruz credo! E TENHO DITO!

25/10/2017 - Kassio Freitas (20 anos)

  Bom
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Obra incrível, apesar de Nero, achei equivocada sua escalação, fraquíssimo em cena, deveriam ter continuado com Marcelo Serrado. Enfim voltando a história, apesar da confusão dos anos, achei mais um belo filme nacional, história linda, de superação e com um grande personagem real, Alinne Moraes e Fernanda Nobre são gratas companheiras de cena e arrasam. Sequencias bem produzidas. Mostrar Spoiler PS: Achei estranho os filhos deles depois de um período serem ignorados e não mencionados na história, falha grande, assim como a personagem de Fernanda, a primeira esposa. E outro equivoco foi também a não menção do personagem de Caco Ciocler, sumiu sem explicações.

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