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O Sal da Terra

  (The Salt of the Earth)
Sinopse Vida e obra do fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado são reveladas a nós por seu filho, Juliano, e pelo renomado diretor Wim Wenders.

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Informações


Título no Brasil O Sal da Terra
Título Original The Salt of the Earth
Ano Lançamento
Gênero Documentário / Drama
País de Origem França / Brasil / Itália
Duração110 minutos
Direção /
Estreia no Brasil 26/03/2015
Estúdio/Distrib. Imovision
Idade Indicativa 10 anos

Elenco


... O Próprio - Photographer
... O Próprio / Narrator
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Trailer



Comentários


29/03/2015 - Donaldo Coelho da Silva (72 anos)

  Ótimo
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O filme (com muitas fotografias) é maravilhoso. Não dá para entender como não ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro. Em suas andanças pelo mundo. Salgado mostra de forma dramática e cruel os diversos conflitos raciais e étnicos que se passaram pela "mama" Africa, principalmente em Ruada, Sudão, Mali, Etiópia e, principalmente, a crueza da matança (homens, mulheres, idosos e crianças) que ocorreu entre as etnias tutsis e hutus. É mostrada uma rodovia de 150 Kms com milhares de mortos dos dois lados. Um "espetáculo dantesco". Como a guerra não escolhe raça nem cor e como a gente pensa que existiu matança somente na África negra, a máquina do Sr. Salgado transfere suas lentes para a guerra da Bósnia. Aí sim, o choque é muito grande, pois, não vemos negrinhos morrendo, mas sim lourinhos e branquinhos sendo dizimados como praga de gafanhotos. E para terminar, fez o fotógrafo uma visita à Serra Pelada. Uma cena bíblica, digna da construção de uma pirâmide, onde 50 mil garimpeiros, com o sonho de se enriquecerem, se amontoavam, enlameados de barro, subindo uma escada, cerca de 50 vezes ao dia, com um peso demais de 50 quilos nas costas. Eram "proibidos" de se escorregarem, de cair, pois, se um deles caísse o efeito era de dominó, todos os que estavam abaixo cairiam também. Senhor Sarmento, não deixe de ver. O único senão do filme, aliás um fenômeno que vem se repetido em outros, são as legendas em fundo branco. Como o filme é narrado, em sua maior parte, em francês, a gente fica sem entender muita coisa.

29/03/2015 - Donaldo Coelho da Silva (72 anos)

  Ótimo
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Em tempo: Esqueci-me de comentar. O Senhor Salgado herdou do pai uma fazenda que foi toda degradada pelo pai. Em busca de renda, todas as árvores foram cortadas, todas as nascentes secaram. Pois bem, o Senhor Salgado fez um trabalho de recuperação as áreas degradadas plantando mais de 2 milhões de árvores, isso há cerca de 20 anos. Hoje, a fazenda está toda reflorestada, mais de mil nascentes foram recuperadas. Quando o homem quer, ele faz.

01/04/2015 - Sérgio Sarmento (60 anos)

  Ótimo
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Assisti na tarde/noite de ontem NO CINEMA quando do lançamento no Brasil. Olha! Belo filme! A gente que assiste muitos filmes EM CINEMA durante o ano. Consegue, as vezes, estar na frente de obras e dos momentos culturais que de vez enquanto nos chegam até nós. É exatamente o que ocorreu com essa figura mineira das Minas Gerais e que muito jovem e fugindo da ditadura cívil/mitar que se implantou nos pais nos anos 1960 e foi morar em Paris. Pessoa realmente fascinante e que todos chamamos de Sebastião Salgado. Formado em Ciências Econômicas. Mas que se fez ser reconhecido internacionalmente como um homem de reconhecido talento fotográfico. Há um ano atrás. Maias precisamente, em 03/04/2014 conheci uma exposição " gigantesca " chamada GÊNESIS que foi concluído após dez anos de profícuo e laborioso trabalho. É claro que esse notável homem só poderia se inspirar na Bíblia. Pois seu trabalho é grandioso. Com varias fotos de um trabalho de vários lugares da Terra. Mas nesta lugar da exposição, no terceiro, andar, tinha um cinema. E foi ali que conheci um documentário brasileiro de ótima produção. Seu nome: Revelando Sebastião Salgado (2012). Dirigido por uma cineasta brasileira de enorme talento, e já conhecida minha por outros filmes, chamada Betse de Paula. Portanto a obra do Salgado de maneira alguma me é estranha. O filme de hoje é mais famoso porque é francês, é produzido e financiado por um dos maiores diretores do mundo o veterano alemão Wim Wenders. E concorreu ao Oscar de melhor documentário de longa metragem de 2015. É obra que no geral mostra o grande talento do Salgado em expor ao mundo os lugares onde mais precisamos do ser humano. Lugares que poderiam ser no continente africano, na Ásia ou na América Latina. Homem com uma enorme sensibilidade. Sebastião Salgado nos dá uma lição de humanismo poucas vezes visto nestas maravilhas salas que por enquanto, ainda, chamamos DE CINEMA. Ah! Não poderia deixar de elogiar o comentário do senhor Donaldo acima. Seu Donaldo! Quando o senhor quer ser bom você se supera. Pois se torna um grande analista cinematográfico! Parabéns!

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