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Lady Macbeth


Sinopse Inglaterra rural, 1865. Katherine (Florence Pugh) se sente sufocada em um casamento sem amor com um homem amargo com o dobro de sua idade, e com sua família fria e hostil família. Quando ela embarca em um apaixonado caso com um rapaz mais jovem que trabalhava para seu marido, uma força tão forte nasce dentro dela que ela não irá parar diante de nada para conseguir o que quer.

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Informações


Título no Brasil Lady Macbeth
Título Original Lady Macbeth
Ano Lançamento
Gênero Drama
País de Origem Reino Unido
Duração89 minutos
Direção
Estreia no Brasil 17/08/2017
Estúdio/Distrib. California Filmes
Idade Indicativa 14 anos

Elenco


... Katherine
... Sebastian
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Trailer



Comentários


23/08/2017 - Sérgio Sarmento (63 anos)

  Ótimo
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Assisti NO CINEMA, na noite de ontem, quando tivemos seu lançamento nacional e em algumas cidades privilegiadas como a minha. Antes demais nada tenho que dizer que é uma das mais interessantes e surpreendentes - das mais de duas centenas - produções que assisti no ano em curso. Isso só prova uma coisa. Quem vai AO CINEMA, como eu, nunca irá escrever que o ano corrente é ruim em lançamentos. E com isso, certamente, evitamos de ler afirmações equivocadas de pessoas que assistem um dezena, se muito, de filmes NO CINEMA. Pois isto definitivamente não existe! Dito isso vamos para a resenha. Olha! Filme maravilhoso! É obra adaptada de uma novela famosa russa de 1865 e chamada Lady Macbeth do Distrito de Mtsensk do escritor Nikolai Leskov. O diretor britânico e em seu primeiro filme (ele é do teatro) William Oldroyd transpõe da Rússia do século 19 para a Inglaterra do mesmo período. O roteiro até que é comum. Pois nos fala de uma mulher vendida pela família junto com um pedaço de terra improdutivo. Para um filho e um sogro que são muito ricos mais grosseiros sem dó algum. E a partir dali ela será mais um objeto daquele casarão do século 19. Com apoio de cenários, figurinos de uma "época de ouro" naquele momento. É filme que de cara me lembrou o livro O Amante de Lady Chatterley de 1928 do escritor D.H. Lawrence pela traição que temos no roteiro e é claro de Lady Macbeth da tragédia Macbeth de 1603 de William Shakeaspeare pela segura ambição de sua protagonista, no filme. Quero dizer que não é necessariamente nesta ordem. Mas é isso mesmo! Além disso o filme é magistral, pois mostra como uma pessoa ( a sensual, voluptuosa Katherine vivida de uma maneira espetacular pela novata, pelo menos em filmes que chegam ao Brasil, atriz Florence Pugh) em um papel de dócil, ingênua e "sem nada haver" mas se transforma em tudo aquilo que paulatinamente a obra cinematográfica vai mostrando ao longo de seus curtos (89 minutos) mais de retumbantes e fascinantes minutos. E ali percebemos que as pessoas, aparentemente, não são má. Mas em condições adversas conseguimos criar, ou dar vazão ao monstro, que está dentro de cada um de nós. O filme "é muito frio" pois as coisas acontecem friamente e de maneira alguma conseguimos antecipar os fatos antes do que aconteça. Mas esta frieza oportuniza a criação de cenas macabras e de auto impacto. Por isso posso afirmar que o filme é mais que um drama (como a sinopse acima informa). Ele é macabro! Nos indicando um verdadeiro filme de terror. Muito mais do que a grande maioria do gênero, que assisto NO CINEMA, e tentam nos impingir ou até se apregoam com todo aquele terror e que vemos é de uma falsidade inominável. Tudo neste filme é surpreendente! Seja pela produção onde tem como principal a famosa britânica BBC Films (sinônimo de qualidade). Seja belo lindo e apaixonante diretor teatral (o filme em si parece um magistral teatro filmado) que é William Oldroyd. Pelos figurinos de época. Pela cenografia perfeita! Mas ainda destaco o lugar que foi filmado. Nos arredores de Londres onde percebemos uma floresta curiosa a nos indicar o ano de 1865. E com tudo isso se eleva para um patamar superior uma espetacular fotografia. Mas a coisa funciona mesma pela equipe de atores que sustentam tudo aquilo. Falo (novamente) da sensacional atriz Florence Pugh e que apesar de assistir muitos filmes ao ano jamais acompanhei um trabalho desta jovem de uma beleza muito curiosa, sensual e por isso atraente. Ela é a "alma" desta produção britânica. Ela que dá vida para tudo aquilo visto em tela. É ela que dá sentido ao filme em ser feminista. O filme é feminista! Outro cara que me chamou a atenção é o novato ator Cosmo Jarvis que faz Sebastian o empregado, o "jagunço" da fazenda. Com um papel de coadjuvante, mas de essencial valor para a trama toda. Para finalmente citar a empregada da casa Anna. Vivida de uma maneira especial por Naomi Ackie. Estes dois empregados conduzem de maneira importante o primeiro contexto do filme. Enfim, é filme que não se esgota em uma primeira leitura ao se assistir. Ficará, com certeza, nos fazendo pensar por vários dias em tudo aquilo visto em menos de uma hora e meia de projeção. E nos fazendo crer muito mais em certos filmes. E por menor que sejam sua duração, podem conter ali, uma obra de rara exceção como é LADY MACBETH. Um baita exemplar de um filme apaixonante!

02/09/2017 - Não-cinéfilo (75 anos)

  Bom
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A grande surpresa do filme, a meu ver, é a presença de pessoas negras no elenco. Qual a intenção contida nesse fato? Em Portugal, sabe-se que havia escravos negros antes de havê-los no Brasil, mas na Inglaterra? E as personagens nem eram escravas: uma serviçal livre, uma mulher livre de origem não esclarecida e um menino também livre e opiniático. Acho que foi uma escolha fundamental. Talvez o diretor tenha pretendido fazer referência ao teatro lírico, no qual cantores negros representam normalmente personagens de culturas europeias. É que não se pode esquecer que o livro também deu origem à importante ópera “Lady Macbeth de Mtsensk / Katerina Ismailova”, de 1934, com a qual a carreira de Chostacovitch conheceu altos e baixos na relação com o realismo socialista. Essa ópera foi um marco da música lírica do regime comunista soviético. No mais, trata-se de um filme bonito, sempre interessante. A mim me pareceu que a personagem de Catarina fosse neutra no início, como uma página em branco, só preenchida pela ação e pelas exigências da ação. Ela não era nada, nem boa nem má no início; só desenvolveu sua personalidade pelas exigências do amor e dos conflitos a ele inerentes.

04/09/2017 - Monique Lorys (30 anos)

  Bom
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Atuações fantásticas, muito bom!

07/09/2017 - Zaqueu Lima (24 anos)

  Ótimo
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Filmaço! Vale muito a pena assistir! Ótimas atuações e um final surpreendente! Um ótimo drama, como poucos! É o que sempre falo... Nada melhor que um bom drama ou suspense!

12/09/2017 - Edilson Borges (51 anos)

  Regular
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Filme muito parado, mas com boas atuações, único motivo de ter classificado como péssimo.

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