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Vício Inerente

  (Inherent Vice)
Sinopse Quando a ex-namorada do detetive particular Doc Sportello aparece repentinamente com uma história sobre seu atual namorado latifundiário bilionário, por quem por acaso está apaixonada, e um plano da esposa dele com o amante dela para sequestrar o ricaço e colocá-lo em um manicômio... bem, é fácil pra ela falar.
É o fim dos psicodélicos anos 60 e a paranoia está tomando conta do dia a dia, e Doc sabe que “amor” é só mais uma dessas palavras que está na moda no momento, assim como “viagem” ou “bacana”, que também estão sendo muito usadas por aí.


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Informações


Título no Brasil Vício Inerente
Título Original Inherent Vice
Ano Lançamento
Gênero Comédia / Policial / Drama / Suspense / Romance
País de Origem EUA
Duração148 minutos
Direção
Estreia no Brasil 26/03/2015
Estúdio/Distrib. Warner Bros. Pictures
Idade Indicativa 18 anos

Elenco


... Sortilège
... Shasta Fay Hepworth
>> Ver todo o Elenco...

Trilha Sonora


“Dreamin' On a Cloud”Interpretada por The Tornadoes
“Rhythm of the Rain”Escrita por John Gummoe (como John Claude Gummoe)
Interpretada por The Cascades
Produzido por Barry De Vorzon
>> Ver toda a Trilha Sonora...

Trailer



Comentários


16/02/2015 - Guilherme (23 anos)

  Não vi
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Paul thomas Anderson é sinônimo de filme com qualidade e tecnicamente impecável. Ansioso para assistir esse novo filme desse mestre do cinema.

01/04/2015 - Trussivan (27 anos)

  Ruim
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Esperava um filme espetacular pelas críticas que vi. Decepção total! Filme que é nem isso nem aquilo, nem de suspense, nem de drama, nem de comédia... Apenas um porre de chatice. Um filme para quem gosta de atores, não de filme bom.

19/04/2015 - André Brighi (29 anos)

  Ótimo
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"Vício Inerente" é uma verdadeira obra-prima do jovem diretor Paul Thomas Anderson. Ao meu ver, trata-se até então do melhor filme apresentado ao público em 2015. Excelente adaptação da obra homônima do escritor Thomas Pynchon, cujo enredo psicodélico é carregado de críticas ao neoliberalismo que emergiu no final dos anos 1960, tendo como foco vários elementos, como a figura do então presidente Richard Nixon, a Guerra do Vietnã, as privatizações e o surgimento de grandes corporações, além é claro da campanha governamental de ridicularização da cultura hippie à época, com o intuito de impor um novo conceito de sonho americano, que fracassaria décadas depois. A reconstituição da época está impecável. Maquiagem, figurino e cenários complementam a grandeza da obra. E o elenco é uma verdadeira constelação, com nomes de peso como Josh Brolin, Owen Wilson, Reese Witherspoon, Katherine Waterston e Benicio Del Toro. Mas o grande destaque vai para o sempre brilhante ator porto-riquenho Joaquin Phoenix [que por sinal já trabalhou com Paul Anderson em "O Mestre" (2012) ]. Uma atuação de gala! Por fim, uma trilha sonora fantástica para fechar com chave de ouro... Recomendo, certamente! Simplesmente imperdível!

20/04/2015 - Sérgio Sarmento (60 anos)

  Ótimo
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Assisti nesta tarde NO CINEMA quando finalmente estreio em minha cidade. Sinceramente não esperava assistir mais esse filme. Pois fui bombardeado pelo trailer do filme no cinema que frequento e simplesmente no lançamento aquela casa não apresenta o filme. Mas outro cinema trouxe só agora o filme. E pasmem! Em tão somente duas sessões. É dose! Mas só tenho que agradecer tal iniciativa. Pois, repito, tinha medo de não assistir esse filme. Olha! Gostei do filme! É uma obra que para se escrever alguma coisa temos que necessariamente falar do seu diretor. É o sétimo longa metragem do cineasta. Todo cinéfilo. Viu seu Donaldo só chamamos uma pessoas de cinéfilo quando assiste todos os filmes EM CINEMA. A palavra já diz vem de cine... E depois esse é um termo do século passado quando não existiam filmes em televisão. E eu (nós) seu Donaldo somos deste tempo. Que saudades dos CINEMAS de calçadas daquela época. Pois agora só existem escondidos dentro destes Shoppings modernos. Mas volto ao filme! Dos sete filmes do diretor Thomas Anderson acabo de assistir o sexto filme e todos EM CINEMA. Pois o primeiro de 1996 e que chamamos de Jogada de Risco e no original Hard Eight nunca foi apresentado NO CINEMA no Brasil. Portanto não assisti é claro. Me parece que no ano passado foi exibido em um canal fechado (pago). Mas até veria para completar minha visão do diretor. Mas não pude ver. Esse diretor sempre se caracterizou por apresentar obras não convencional. Obras mais voltado para o complexo. Para o difícil. Mas o mais importante. Vem bem! Mas nem por isso desprovido de ser fascinantes. Procuro ver tudo desse diretor. Pois sempre que existir serei um eterno enamorado de suas obras. Em VICIO INERENTE mais uma vez seu filme é feito com enorme elenco. E com isso em uma metragem de duas horas e meia. Retrata mais uma vez o início anos 1970 o outro filme dele foi de 1999 Boogie Nights. Uma época que ainda trás resquícios dos anos 1960. Onde a onda de liberdades, dos hippie, das drogas ( a maconha é fumada ao longo de todo o filme) pesadas são enormemente consumidas. A malfadada Guerra do Vietnã estava no auge, pois só terminou em 1975. Um período realmente muito instigante socialmente. O Caso Watergate de 1972. E por ai vai. O diretor fazendo um roteiro e baseado em um dos livros Thomas Pynchon escrito em 2009. Quem já procurou ler esse autor pós moderno como eu. Sabe que o cara é muito complexo. Os livros dele são herméticos, com varias paginas. Quando falo em procurar ler, como foi meu caso, desisti logo nas primeiras paginas. Pois não tive " saco " de ler. São livros, ao que sei, inelegíveis e por isso infilmáveis vai daí minha curiosidade era enorme pelo filme. Portanto é filme que trás " um vicio de origem ". E é, repito de um alto teor de complexidade. Mas quem consegue arriscar e entrar em UM CINEMA que passa um filme como esse terá uma experiência magnífica na forma de mostrar pelo genial diretor uma sociedade daquela época (1970). E com isso vai assistir uma interpretação fora de série de um ator (que ao que parece passa todo o filme "chapado") que já está merecendo o Oscar de melhor ator por um filme igual a esse. Mas principalmente pelo conjunto de sua obra. Quem duvidar assista (em disco) como eu (levo uma vantagem, pois assisti eles EM CINEMA) os seus últimos filmes. A saber: O Mestre (2012), Ela (2013) e esse Vicio Inerente (2014). Só deixei fora um de 2013 que não gostei e com isso me recuso a escrever. Enfim! É obra excludente, isto é, não é para qualquer espectador. Portanto só se habilite quem conhece CINEMA, mas sobretudo goste deste diretor norte americano que felizmente é jovem e poderá fazer, ainda, muitos filmes. O que para um cinéfilo como eu é de uma felicidade inimaginável.

26/08/2015 - Lorival (51 anos)

  Bom
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É uma jornada e tanto assistir esse filme, mas no final dá pra sair vivo e o pior da até pra gostas, considerei Bom!

24/04/2016 - Arley (25 anos)

  Ruim
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Filme simplesmente sem noção...

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