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Lembranças de Um Amor Eterno

  (La corrispondenza)
Sinopse Amy, uma estudante de Astrofísica na Universidade de Edimburgo, tem um romance secreto com o famoso astrofísico Dr. Ed Phoerum. Apesar de seu relacionamento ser complicado, já dura seis anos e ela é feliz. Até que Ed some, deixando Amy sozinha e insegura sobre os rumos a seguir. O que Amy não esperava era que Ed deixaria diversas correspondências e vídeos com importantes mensagens e lições de vida que ajudariam ela a superar as dificuldades.

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Informações


Título no Brasil Lembranças de Um Amor Eterno
Título Original La corrispondenza
Ano Lançamento
Gênero Drama / Romance
País de Origem Itália
Duração116 minutos
Direção
Estreia no Brasil 22/09/2016
Estúdio/Distrib. PlayArte
Idade Indicativa 12 anos

Elenco


... Ed Phoerum
... Amy Ryan
>> Ver todo o Elenco...

Trailer



Comentários


22/09/2016 - Fvfraga (30 anos)

  Ruim
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[Parágrafo] Giuseppe Tornatore já se tornou uma espécie de “mito” do cinema mundial ao nos presentear com o inesquecível ‘Cinema Paradiso’ (‘Nuovo cinema Paradiso’, 1988), por isso todo novo trabalho seu merece uma atenção especial da indústria cinematográfica e do público. Depois de seu filme mais famoso, dirigiu outros longas-metragens de excelência, como ‘Malena’ (2000) e ‘A Lenda do Pianista do Mar’ (‘La Leggenda del Pianista Sull'oceano, 1998). Teve um de seus longas refilmado, o drama ‘Estamos Todos Bem’ (‘Stanno Tutti Bene, 1990, Itália) / ‘Estão Todos Bem’ (‘Everybody's Fine’, 2010, EUA), o que de certa forma é uma valorização do seu trabalho. [Parágrafo] Seu último filme, ‘O Melhor Lance’ (‘La Migliore Offerta, 2013’), passou quase despercebido pelas salas de cinema em 2015, sem despertar muito alarde nem indicações a prêmios fora da Itália, apesar de ter ganhado sete categorias no Prêmio David de Donatello, principal premiação de cinema italiana. Estrelado por Geoffrey Rush, a obra retratava um avaliador de obras de arte, colecionador de quadros com retratos femininos, que ao ser contratado para avaliar uma coleção, fica obcecado por uma de suas clientes, muito mais jovem do que ele. Em ‘O Melhor Lance’ apresentou uma cinematografia muito interessante, que explorava belas pinturas e que apesar de não ter se destacado na mídia, agradou os cinéfilos que souberam reconhecer suas qualidades. [Parágrafo] Este ano o diretor italiano retorna com ‘Lembranças de um Amor Eterno’ (La corrispondenza, 2015) novamente retratando uma relação amorosa entre dois personagens com idades bastante diferentes entre si. Interpretada por Olga Kurylenko, a estudante universitária e dublê de cinema Amy, tem um caso com o professor de astrofísica Edward, vivido por Jeremy Irons, casado e pai de família. Os dois vivem em países diferentes e se encontram pessoalmente, apenas esporadicamente, por isso se comunicam por mensagens, e-mails e vídeo-chamadas. Tudo muda quando o cientista falece e a duble só descobre durante uma conferência. Estranhamente ela continua recebendo mensagens e vídeos do amado e conselheiro intelectual, mesmo após a sua morte. [Parágrafo] Além de terem um relacionamento afetivo, eles têm uma espécie de ralação de professor e aluna, pois o professor/cientista a orienta e a incentiva a estudar física astronômica, área de interesse de ambos e que de certa forma foi o que fez com que eles se conhecessem e se apaixonassem. No entanto, essa mistura de romance, com tragédia e mais a filosofia científica-astronômica, não consegue manter a atenção do espectador, se tornando maçante durante o transcorrer da narrativa. Com uma estrutura semelhante ao filme ‘P.S. Eu Te Amo’ (P.S. I Love You, 2007), onde o amado falecido, também, deixa recados para a namorada, em ‘Lembranças de um Amor Eterno’ o casal não tem uma química natural e sua interação em tela não é efetiva em convencer o espectador da sua paixão. Além de algumas poucas, nos primeiros minutos do filme, faltam cenas que os estabeleçam como um casal, antes de eles se comunicarem exclusivamente de forma online e póstuma. [Parágrafo] A direção de Tornatore é visivelmente de um diretor experiente que ousa se aventurar em outros formatos. Ele nos oferece belas composições cênicas, como uma das iniciais em que Jeremy Irons caminha pelo corredor de um hotel. Temos outras muito criativas, em que a duble participa de cenas de filmes onde ela tem que sempre escapar da morte em ações arriscadas. Infelizmente, mesmo intercaladas com os diálogos do casal e o suspense onde ela tem que se esforçar para continuar recebendo as correspondências dele, nenhum dos recursos é efetivo o suficiente ao ponto de despertar emoções em quem assiste. As conversas por vídeo retratadas aparecem em excesso, um recurso que deveria contribuir visualmente, acaba cansando e retirando o espaço que deveria ser disponibilizado para os atores se expressarem. [Parágrafo] O resultado passa a impressão de que o roteiro seria melhor desenvolvido se retratasse uma relação pai e filha ou mestre e pupila, no máximo com um envolvimento platônico. Quando os familiares do falecido entram no enredo, parece ser um recurso utilizado meramente para forçar uma emoção que não foi efetivamente construída e suas presenças não contribuem para a história, até por que aparecem por pouco tempo. Olga Kurylenko não consegue oferecer uma atuação que segure sozinha e na maior parte do tempo a atenção do espectador; e o papel de Jeremy Irons não permite que ele contribua mais ativamente, por sua limitação em tempo de tela, o que torna o filme por demais monótono. ‘La Corrispondenza’ tenta utilizar uma linguagem visualmente moderna, mas que se perde no desenvolvimento narrativo e na expressão dos atores, que estão subutilizados. Nem mesmo a trilha sonora do lendário Ennio Morricone, parceiro de longa data de Tornatore, consegue elevar o longa-metragem acima do meramente mediano. #FÃCULT
#FanCult
#PipocadePim enta
#FVFraga.

23/09/2016 - Sérgio Sarmento (63 anos)

  Ótimo
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Assisti NO CINEMA, nesta data, quando do lançamento em nível nacional. O diretor italiano Giuseppe Tornatore é um imortal pelo brilhante, inesquecível e " tudo de bom " melodrama " Cinema Paradiso " de 1988. E sempre escrevo e escreverei até o fim de meus dias que é um dos 100 melhores filmes de toda "uma vida" (minha!) cinematográfica (para quem como eu já assisti alguns milhares de filmes, isto, com certeza, não é pouco). É claro que a cada novo filme "todos nós" que amamos (não é grande amigo e colega DE CINEMA Felipi Fraga de 30 anos) esta coisa maravilhosa, e que por enquanto ainda chamamos DE CINEMA (espero que dure pelo menos mais 40 anos neste formato), temos sempre "a esperança" de encontrar um novo CINEMA PARADISO. Mas sempre nos enganamos, pois nunca mais haverá outro igual. Pela simples razão que o diretor Tornatore ou estava de aniversário neste dia que criou o filme. Ou tinha nascido seu filho (a). Em síntese! O homem estava feliz! E na grande maioria de seus filmes chegaram ao cinema no Brasil. E é claro que os que aportaram por aqui (minha cidade) assisti todos eles NO CINEMA. Os dois últimos. O Melhor Lance (2013) com comentário meu no IF de 19.07.2014. E em especial o Baaria de 2009, e com comentário meu no IF, em 18.11.2010 e que foi um belíssimo (para não dizer espetacular) melodrama. Já neste Lembranças de Um Amor Eterno (2015). Aliás ridículo título que a distribuidora (mais uma vez ela) PlayArte deu para um original. Pasmem! La Corrispondenza. Além disso o título brasileiro entrega totalmente o argumento do filme. Isso deveria ser proibido pelos órgãos competentes nacionais. Mas que seja! É a opinião de um simples cinéfilo (indivíduo que só assiste filmes EM CINEMA). E depois escrevo tudo isso para firmar que procuro sempre não contar o filme. Sob Hipótese alguma! Mas com título de fantasia ou verdadeiro. Assisti hoje mais um belo melodrama do diretor italiano. E dos bons! Uma obra totalmente sustentada em uma premissa que chamamos de amor. Só uma arte como O CINEMA para nos apresentar um argumento como este (claro que não é inédito). Mas e dai? O que importa é a emoção pela emoção. E nisto o filme tem bastante! O filme se inova usando tecnologias modernas. Muito celular! É até o arcaico (dinossauro) correios (nas entregas de objetos). Sem um suporte como esse não existiria tal obra. O filme é basicamente de dois atores. Um ator como Jeremy Irons (que pouco aparece ao vivo e a cores, mesmo). Mas principalmente da linda, talentosa e "tudo de bom" ucraniana Olga Kurylenko (até quando chora, e isso faz muito no filme) ela é bonita. Cruz credo! Aliás está atriz comanda o filme de ponta a aponta. E pelos meus cálculos deu mais de 80% de suas duas horas de duração. Enfim gente! É mais um melodrama para quem é um apaixonado por melodramas, como eu. Justamente, nesta manha, estava eu comentando com um amigo, que conhece CINEMA, (este tipo de pessoa adoro conversar, pois digo A e ele (a) diz B), sobre um clássico do melodrama cinematográfico chamado EM ALGUM LUGAR DO PASSADO (1980) do francês Jeannot Szwarc e com Christopher Reeve (o eterno Superman) e a então lindíssima atriz britânica Jane Seymour. Tudo isso pessoal! É encantadoramente belo! E acrescento com: E TENHO DITO!

29/09/2016 - Henrique (58 anos)

  Não vi
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Assisti a quase todos os filmes de Giuseppe Tornatore o pai do belíssimo clássico "Cinema Paradiso" uns gostei por demais outros um pouco menos. O mal e o bem, o feio e o bonito, o triste e o alegre, o "ruim e o ótimo". E ai? Vou assistir e darei minha descompromissada e singela opinião rsrsr.

27/11/2016 - Henrique (59 anos)

  Regular
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Não acredito muito em jovens mulheres se apaixonarem perdidamente por homens velhos e vice versa (embora no caso, tinha um porque), mas independente disso, não gostei do filme, achei arrastado e cansativo demais ver aquela belíssima garota se humilhando o tempo todo em frente a tela de um notebook (acorda pra vida). O que se salva são as boas interpretações dos dois, por isso dou um regular e olha lá.

17/01/2017 - Paulo Nobre (59 anos)

  Ótimo
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Por mais que sejam piegas, repetitivos, melodramáticos e fantasiosos adoro esse tipo de filme. Embora seja pouco provável que o tipo de relacionamento retratado no filme aconteça, como muito bem disse o Henrique no comentário acima "tinha um porque". Sérgio Sarmento (segundo comentário) mencionou um filme antigo EM ALGUM LUGAR DO PASSADO (1980) do francês Jeannot Szwarc, que gosto muito. "O filme fala" de amor e não existe coisa mais bonita. E GOSTO NÃO SE DISCUTE!

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