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Capitão Fantástico

  (Captain Fantastic)
Sinopse Pai de seis crianças, Ben decide deixar a cidade e educar os filhos nas florestas selvagens do Pacífico Norte, longe da civilização. As crianças aprendem a praticar esportes e combater inimigos até que Ben e sua família são obrigados a voltar à vida urbana. Agora é ele quem precisa aprender a se acostumar novamente à vida moderna.

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Informações


Título no Brasil Capitão Fantástico
Título Original Captain Fantastic
Ano Lançamento
Gênero Drama
País de Origem EUA
Duração118 minutos
Direção
Estreia no Brasil 22/12/2016
Estúdio/Distrib. Universal Pictures
Idade Indicativa 14 anos

Elenco


... Ben Cash
... Bo
>> Ver todo o Elenco...

Trilha Sonora


“Varðeldur”Escrita por Sigur Rós / Alex Somers
Interpretada por Sigur Rós
Played during Ben's departure from Jack e Abigail's house
“El Hilo De Ariadna”Escrita por Viggo Mortensen e George MacKay
Interpretada por Viggo Mortensen, George MacKay, Samantha Isler, Annalise Basso, Nicholas Hamilton, Shree Crooks, e Charlie Shotwell
>> Ver toda a Trilha Sonora...

Trailer



Comentários


15/10/2016 - Kaviedes (24 anos)

  Ótimo
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Uma mistura de Into The Wild mais Little Miss Sunshine mais Irmãos Karamazov e um pouco de Sweet Child O' Mine.

18/11/2016 - Robinho da Prata (32 anos)

  Ótimo
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Filme espetacular!

23/11/2016 - Francisco Junior (39 anos)

  Ótimo
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Viggo Mortensen como sempre detona! Filme espetacular, excelente roteiro e emocionantes atuações de todo elenco! Um dos melhores filme de 2016 sem sombra de dúvidas! FILMAÇO!

01/12/2016 - Henrique (59 anos)

  Ótimo
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Pessoal! Não vim aqui para comentar que a história é linda e que Viggo Mortensen esta magnífico. Vim para dizer que tudo nesse filme é, simplesmente..."FANTÁSTICO".

22/12/2016 - Chinfronesia (67 anos)

  Ótimo
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Endosso os comentários dos Srs. Francisco e Henrique. Acrescento que é um modelo de moral a ser copiado.

23/12/2016 - Fernando Matos (45 anos)

  Ótimo
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FILMAÇO - para não ser repetitivo, concordo com TODOS os comentários anteriores. O tipo de filme que nos faz pensar: "será que somos felizes de verdade?" Belíssima fotografia, música etc. Nota 10.

26/12/2016 - Sérgio Sarmento (63 anos)

  Ótimo
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Assisti NO CINEMA, nesta data, quando da estreia nacional efetivada em 22 passado e depois, ainda, de rolar pela internet, onde conhecidos meus e contumazes apreciadores do "cinema de chinelos" (espectadores de filmes daquela "tela ridícula" das televisões) me contavam de seus encantos. Olha! Realmente é um filme fácil de ser assistido e por isso cativante, mesmo. Me surpreendeu o segundo trabalho deste diretor que antes foi um ator bem razoável e chamado Matt Ross. Ainda mais que seu primeiro filme 28 Hotel Rooms (2012) não "pintou" no Brasil nem para "chá de camomila". Portanto "penso" que é uma "coisinha" que não encontrou ninguém para sua importação e distribuição por aqui. Mas este Capitão Fantástico a coisa funciona muito bem. Com um roteiro, do próprio Matt Ross, que nos leva a viajar, em pensamentos, aos anos 1960, do século passado, para os anos 1970 na música do "maluco beleza" Raul Seixas chamada Sociedade Alternativa. Pois no filme tem outro maluco que procura afastar seus seis filhos e educa-los longe destas futilidades da sociedade dita moderna como é a nossa. As crianças são levadas "para o mato" onde recebem um tratamento especial. É filme que procura resgatar valores esquecidos por um sociedade consumista, injusta, intolerante, violenta e atualmente muito "valorizada" e atualizada como a corrupção. É obra que faz e divulga a educação através de leituras, a noite, na luz da fogueira em autores como o dos russos Dostoievski e Nabokov e nas músicas de um alemão como Johan Sebastian Bach. E filme que nos apaixona não só pelo "leque" de possibilidades culturais. Como igualmente nos faz pensar, que em um futuro, teremos que optar urgentemente em uma sociedade menos intolerante e acomodada para uma outra, onde seremos, com certeza, felizes e participativos. Outro mérito deste diretor (penso que o cara estava feliz quando "bolou" um filme deste quilate) é que os atores dão um show de interpretação. A começas por Viggo Mortensen e todos os seus seis simpáticos filhos. E em uma participação, pequena, mas genial, do veterano ator Frank Langella que com toda certeza deveria ter melhor sorte na indústria cinematográfica americana. Quanto muito pelo seu porte, mas sobretudo pelo seu enorme talento em representar. E depois não lembro de assistir filme dele sem ter uma atuação notável. Mas não é só isso. Pois a música é sensacional. Está vibrando em meus ouvidos a versão de Sweet Child O' Mine do conjunto Guns N'Roses. Com um ótimo trabalho da equipe de design de chamar a atenção. Em especial a roupas daquela gente que é fantástica. Com uma montagem para se observar! Filmado em grande parte no belo estado de Washington no norte do Pacifico americano. E em parte também no estado do Novo Mexico. Dois dos estados mais lindo dos E.U.A. Formando, com isso, uma linda e espetacular fotografia. Enfim e não procurando ser "muito" repetitivo diria que é uma obra que me causou uma enorme surpresa bem agradável. Pois este diretor nunca, jamais nos disse ao que veio fazer em um mundo tão apaixonante como O CINEMA. Agora, pelo visto, nos fala abertamente e de uma maneira muito linda e especial. Que coisa boa!

27/12/2016 - Moises Silva (46 anos)

  Ótimo
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Maravilhoso! Sem palavras...

02/01/2017 - Felipe (38 anos)

  Ótimo
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Filme muito bom. Agradável, reflexivo e um tanto diferentes da maioria dos filmes por aí.

04/01/2017 - Kassio Freitas (19 anos)

  Ótimo
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Poderia colocar tantos adjetivos bons para elogiar este magnífico filme, mas enfim, estamos diante de um dos melhores filmes, elenco coeso, história linda e tocante, reflexiva demais. É especial, linda toda a dedicação dele pelos filhos, sua forma de conduzir a parada, vale a pena ser visto por todos. Mostrar Spoiler PS: só notei um erro, no final as crianças voltam a ficar com ele, e seu avô não é mais mencionado, o que houve com ele? Ele soube o que houve com o corpo da filha? Faltou estas respostas.

09/01/2017 - Donaldo Coelho da Silva (74 anos)

  Regular
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Gente amiga, sem querer causar espanto a todos, mas já causando, não me comunguei com nenhuma opinião a respeito desse filme e, principalmente, em relação ao comentário do grande Sarmento. Para começar, sem discutir a beleza da fotografia, bem como a segura interpretação de todo elenco, o filme é pura utopia. Viver no mato daquela forma não deve ser difícil, é só andar alguns quilômetros que já estamos na metrópole. Tudo certo, sabemos, que o cinema é muita ficcão, mas tudo tem um limite. Logo de início, “vemos o ator MARTIN SHEEN” saindo de uma cena do excelente filme APOCALIPSE NOW e, em seguida, uma violência gratuita, totalmente dispensável. Por outro lado, muito boa a crítica sobre a sociedade americana. Com o desenrolar, fica parecendo que estamos assistindo a reapresentação do ótimo A NOVIÇA REBELDE (Julie Andrews e Cristopher Plummer) ou mesmo A GRANDE FAMÍLIA DO ALASCA. Nos dois filmes (Noviça e Capitão) os pais das crianças as tratam como se estivessem em um regime militar. Os meninos “gênios” do Capitão sabem de tudo, desde política até sobre ossos do corpo. Submeter crianças a escaladas impossíveis e as intempéries é, no mínimo, uma tremenda falta de sensibilidade de qualquer adulto. São naturalistas não comem sanduíches, nem tampouco consomem refrigerantes, mas adoram uma carninha de cervo, abatido na hora. O certo é que saí da sala com 30 minutos de projeção, sem olhar para trás. Decepção total. Finalmente, queria registrar a falta de sensibilidade de alguns espectadores, os quais, de maneira alguma, não desligam suas maquininhas infernais. A toda hora se vê alguém atendendo os celulares ou simplesmente ligando-os, aparecendo aquelas “lanternas” que iluminam todo o escurinho do cinema. Bem verdade, essas maquininhas são super úteis, desde que, evidentemente, usadas com parcimônia. Mas quer queiram ou não, essas ferramentas já estão incorporadas ao nosso cotidiano, virando uma doença coletiva difícil, impossível, de ser tratada. Sem falar, ainda do abre e fecha dos saquinhos de pipoca, refrigerantes que incomodam a todos. Será que estou ficando velho e ranzinza? Alias, já estou.

09/01/2017 - Felipe Hudh (31 anos)

  Ótimo
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Filme magnífico, Viggo Mortensen eterno Aragorn tirando esse papel da cartola. Não vou me estender muito sobre o filme, mas tem uma frase do filme que resume todo o excelente trabalho: "Eu sei tudo de tudo, mas sei apenas as coisas que estão escritas em algum lugar, fora isso eu não sei nada". Nota 10!

09/01/2017 - Sérgio Sarmento (63 anos)

  Ótimo
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Revi o filme no último sábado em UM CINEMA de sessão única e lotado (em minha cidade ficou em dois cinemas e em três sessões somadas). Confesso que não gosto de ver obras cinematográficas EM CINEMAS lotados. Mas mesmo assim fiquei feliz porque pude dividir a emoção deste filme com várias pessoas. Mas voltei por causa do comentário do Donaldo. Que! Pasmem! Deu um regular para filme tão especial e assim "quebra" de uma maneira, absurdamente surpreendente, uma série de ótimos que todos vinham dando. Mesmo porque este filme É ÓTIMO, mesmo. DONALDO! Jamais disse é ninguém escreveu que somos favorável para uma sociedade como aquela. Mesmo porque o filme é uma ficção! Eu adorei o filme, pois ele dá uma alternativa, uma ideia, uma satisfação para todos que estamos saturados em uma sociedade fútil, consumista, sem educação, mas principalmente sem perspectiva alguma de melhora como é invariavelmente todas neste Mundo conhecido. É nisso que me pego! De maneira alguma "penso" em levar ninguém "para o mato" e dar uma educação diferenciada. Eu e muitos, que gostamos deste magnífico CAPITÃO fantástico, é a maneira sensacional que o diretor critica uma sociedade, todas, mas principalmente a norte americana, uma coisa abjeta e "doente" que vivemos. E para terminar. Donaldo, você está sentado? Pois se não estiver você vai cair de costa! Até este diretor Matt Ross, que não tinha feito nada de importante até agora, nos diz, em imagens, aquilo que todos que deram um ótimo para o filme, pensam. Aquele final com o capitão e sua família, na mesa, no café da manhã, nos diz, em imagens, que sua (do Donaldo) alternativa não passa por aquilo que só você, até o momento, pensou ou acreditou. É que você jamais vai lembrar, pois mais uma vez saiu correndo, de um filme de 2 horas, com 30 minutos de projeção. Coisa que certamente não ensino para minhas netas. E depois, para continuar na mesma ideia (diferenciada de sua interpretação), até a solução dada para seu filho mais velho corrobora o que escrevi. Mas encerro mais um comentário de um filme ÓTIMO dizendo: Donaldo sempre me queira bem! E um abraço fraternal de um grande cinéfilo que sou!

12/01/2017 - Henrique (59 anos)

  Ótimo
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Bom dia Donaldo! Concordo com você em alguns pontos, principalmente quando diz; "Viver no mato daquela forma... A quilômetros da cidade", realmente ali eles não poderiam estar tão isolados do mundo como demonstram, entre outros furos. Mas como cinema é uma ficção, onde podemos viajar na maionese rsrsr, vamos curtir tudo o mais que de melhor tem o filme. Ahhh o fato de você se incomodar com tudo ao seu redor e ter saído logo da sala talvez não tenha comprometido em sua analise "geral" sobre esse filme Fantástico. Mas independente de qualquer coisa respeito bastante sua opinião e continue assim sempre "verdadeiro". Abraço.

16/01/2017 - Paulo Nobre (59 anos)

  Bom
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Muito interessante a história tentando confrontar o bom de viver em uma "sociedade alternativa" versus viver em uma sociedade consumista não naturalista. No final nos é mostrado que nem tanto ao mar nem tanto ao vento e o bom senso é sempre fundamental. Entendi 100% os dois pontos de vista, de Sérgio Sarmento e Donaldo Coelho da Silva, apenas, penso Donaldo, que se você tivesse tido a paciência de ter visto até o final, talvez mudasse um pouquinho a sua opinião sobre o filme. É claro que existem algumas contradições, por exemplo, na cena que eles estão no supermercado (em uma missão) aparece no carrinho do pai vários enlatados. Como um naturalista vai comer enlatados? Mas, gente isso é apenas um filme, embora o tema sirva para algumas aulas, como por exemplo a de filosofia. Em relação a observação do Donaldo, que diz respeito ao uso de celular e outras coisas, isso não tem a ver com idade não... Isso tem a ver com educação. E educação não tem idade!

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