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Carol


Sinopse A jovem Therese Belivet (Rooney Mara) tem um emprego entediante na seção de brinquedos de uma loja de departamentos. Um dia, ela conhece a elegante Carol Aird (Cate Blanchett), uma cliente que busca um presente de Natal para a sua filha. Carol, que está se divorciando de Harge (Kyle Chandler), também não está contente com a sua vida. As duas se aproximam cada vez mais e, quando Harge a impede de passar o Natal com a filha, Carol convida Therese a fazer uma viagem pelos Estados Unidos.

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Informações


Título no Brasil Carol
Título Original Carol
Ano Lançamento
Gênero Drama / Romance
País de Origem Reino Unido / EUA
Duração118 minutos
Direção
Estreia no Brasil 14/01/2016
Estúdio/Distrib. Mares Filmes

Elenco


... Carol Aird
... Therese Belivet
>> Ver todo o Elenco...

Trilha Sonora


“Willow Weep For Me”Interpretada por Vince Giordano e The Nighthawks
Letra e música de Ann Ronell
© Copyright by Bourne Co.
Copyright Renewed
Rights for the world outside the U.S.A. controlled by Bourne Co.
All rights for the United Kingdom controlled by Bourne Ltd.
All rights reserved international copyright secured
© Copyright 1932. Ann Ronell Music/ASCAP.
All rights reserved. Used by permission.
Master recording licensed
“Farmers Market”Interpretada por Annie Ross
Escrita por Farmer/Ross
Publicada por Universal Music Publishing Ltd.
>> Ver toda a Trilha Sonora...

Trailer



Comentários


15/01/2016 - Sérgio Sarmento (62 anos)

  Ótimo
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Assisti nesta tarde NO CINEMA quando do lançamento nacional. Filme brilhante! Com apenas 15 dias do ano posso afirmar que estará na minha lista dos melhores do ano da graça de 2016. O veterano diretor norte americano Tod Haynes infelizmente filme pouco. Posso até ter assistido outros filme do cara. Mas tenho certeza que assisti dois filmes dele. Todos polêmicos, como esse atual, e todos de época, como esse atual. O primeiro foi Longe do Paraíso de 2002 que nos falava de homossexualismo e racismo em pleno anos 50/60. O de 2007 chamamos de Não Estou Lá. Uma cinebiografia do grande cantor norte americano e vivo chamado Bob Dylan e nos apresentava com. Pasmem! Vividos por seis atores de ambos os sexos. Coisa de louco mesmo! Só uma mente totalmente descolada como deste cineasta para fazer aquilo. Para finalmente chegar neste CAROL (2015). Um filme altamente cativante e que nos fala do amor. Ah! Sempre o amor! E entre duas mulheres. Mas o curioso é que se passa tudo isso no começo dos anos 50 do século passado. Onde certamente sair do "armários" era bem mais difícil do que hoje. Portanto imaginem a situação criada por esses dois seres maravilhosos chamadas de Carol vivida esplendidamente por essa magnifica quarentona e atriz australiana chamada Cate Blanchette e Therese com uma ótima interpretação desta surpreendente e soberana atriz norte americana Rooney Mara. Vou até dizer que as duas são indicadas ao Oscar de 28.02.2016 por suas interpretações. Cate como melhor atriz e Rooney por melhor coadjuvante. Mesmo que com aquele olhar sexy como se quisesse "engolir" uma presa apetitosa como é Therese. Penso que quem domina o filme é a atriz Rooney Mara. Que atuação tem essa "garotinha"! Cruzes! E me desculpem quem pensar diferente. Mas o filme foi idealizado para ser grande mesmo! Pois nos falar do amor de duas mulheres, em pleno começo dos anos 1950, é mexer com uma sociedade atrasada e retrógrada. E o filme tem uma belíssima reconstituição de época. Realizada em laboratórios pela espetacular Lucas Filmes. Com isso temos uma fotografia maravilhosa (concorre ao Oscar). Por uma trilha sonora exuberante. Com músicas apaixonantes (concorre ao Oscar da categoria). Roteiro adaptado de um livro The Princ Of Salt da brilhante escritora texana Patrícia Highsmith (o roteiro, adaptado, igualmente concorre ao Oscar). E o figurino é destaque (concorre, desculpem, ao Oscar da categoria). Os vestidos da Carol simplesmente adorei por serem fascinantes com aquelas cores. Mais uma loucura mesmo! E Isso quem escreve um neófito em matéria de moda. Bem! Eu não escondo nada de ninguém. Gostei desbragadamente deste filme. Mas principalmente que o filme tem um garra enorme em defender o amor de duas pessoas do mesmo sexo. E de uma maneira totalmente sublime. Altamente sensível e bonito. Provando que amor, sexo. Mas principalmente masculino e feminino são apenas situações que em certos momentos são apenas conceitos altamente subjetivos. Mas eivados de preconceitos. Socialmente falando. E por fim sempre deverá vencer uma coisa que nos será perene, enquanto sermos humanos, e com Razão. Falo do AMOR verdadeiro e que em certos momentos poderá ser carnal. Mesmo sendo um filme que poucos vão assistir. Adoraria ser desmentido. Podem ter certeza! Vou terminar, mesmo assim, com uma das minhas frases favoritas. E tenho dito!

20/01/2016 - Sylvia Lopes (34 anos)

  Bom
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O encontro entre o glamour e a simplicidade, a segurança e a incerteza, uma vida confortável e consolidada e um futuro cheio de sonhos e esperanças. Acima de tudo, o encontro da experiência e da convicção sobre o que se quer e do que se gosta contrastando com uma personalidade confusa, perdida e que jamais soube dizer não. É nessa confluência entre personagens tão distintas que acompanhamos ansiosos o desenlace de um romance proibido ambientado no século passado, numa época em que a moral era regida por convenções sociais tão obsoletas nos dias atuais. Imposições que ordenam a existência de um relacionamento entre um homem e uma mulher como única forma de felicidade e de obtenção de algum respeito perante à elite daquele tempo. A protagonista do título é uma mulher deslumbrante, com seu olhar tentador, charme, elegância, poder, determinação e confiança de uma dama da alta sociedade que não se entrega ao modelo social exigido naqueles anos dourados. Apesar da inegável competência de Cate Blanchett, a construção de sua personagem é superficial, tendo o espectador parcos conhecimentos sobre aquele ser tão sedutor. Sobre o alvo de sua paixonite, uma jovem, inocente, pura e fragilizada Rooney Mara, não pode se dizer o mesmo, pois dela apreendemos as fraquezas, angústias, desejos inconfessos, insegurança, dores, decepções, como também as raras e ocasionais alegrias que lhe sucedem, causando-nos empatia e nos fazendo sofrer com suas hesitações, receios e vulnerabilidades. Dá vontade de colocá-la no colo e consolá-la dos desencantos decorrentes do amor não correspondido, dos anseios nunca revelados e dos sonhos não realizados. Com uma bela caracterização da década de 50, o filme peca pelo ritmo lento nos 40 minutos iniciais, para a partir daí dizer a que veio e deixar o espectador encantado, curioso e angustiado em saber o que promete seu desfecho. Por se tratar de um tema pouco explorado no cinema, onde o conservadorismo e a repetição de assuntos dominam, e por apresentar uma trama original, CAROL é uma experiência cativante, terna e aprazível, onde só os dotados de corações sensíveis são capazes de vivenciá-la em todo o seu propósito. Seu enredo atrativo deixa como principal ensinamento nunca negarmos a nossa essência em prol da necessidade de adequação à regras e costumes de uma coletividade que pouco ou nada nos representa. Cada um é o que é, e nada nem ninguém poderá mudar isso. Inesquecível história!

25/01/2016 - Julio Simi Neto (59 anos)

  Bom
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Belo drama baseado na obra da ótima escritora Patricia Higsmith, um filme sensual com figurino perfeito somado a mais uma bela atuação de Cate Blanchett.

17/02/2016 - Marilia Ribeiro Martins (56 anos)

  Bom
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Muito bom. Elegante, sensual, bela fotografia.

27/02/2016 - Rene (43 anos)

  Regular
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Filme chato e arrastado. O que tem de destaque são as belíssimas atuações de Cate Blanchett e Rooney Mara. Sem dúvida a fotografia do filme é belíssima e reconstituição de época merecem destaque. Gostei muito da trilha sonora composta pelo sempre talentoso Carter Burnell. O romance construídos com as personagens centrais é eficiente, mas pessoalmente para mim não me empolgou.

29/02/2016 - Kassio (18 anos)

  Regular
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A Reconstituição, figurinos e atores estão de parabéns, mas a história é um pouco arrastada e as personagens protagonista pouco carisma imprimem, apesar do talento de ambas, não vimos grandes acontecimento no filme ou na história delas, que fizessem deste filme uma coisa genial ou no mínimo gostosos de se ver.

07/03/2016 - Henrique (58 anos)

  Bom
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Um filme caprichoso, a história é bem comum e chama a atenção por ser mais um romance gay, bem dirigido e com ótimas interpretações, principalmente Cate Blanchett. Merece ser assistido, mas não é para todos.

10/03/2016 - Alessandro (32 anos)

  Ruim
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Um dos piores que assisti do gênero, logo no início dá pra perceber que o filme não terá diálogos interessantes e que dará sono... Dito e feito, 30min de filme e você tem a impressão que faz horas que está assistindo de tão chato e monótono... Da vontade de desligar o filme sem querer ver o desfecho final, enfim... Não vale a pena... Sem contar que o filme todo alguém está com cigarro na boca.

20/03/2016 - Bessa38 (77 anos)

  Regular
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Nem ótimo e muito menos péssimo, um roteiro banal e uma direção sem criatividade, impedem de que a história que deu origem ao filme, possa ser mostrada com clareza. Ficou a dever. Trilha sonora, fotografia e a reconstituição da época, são os grandes destaques. Sinceramente, não entendi como CATE BLANCHETT, foi indicada ao OSCAR. Uma atuação sem nenhum brilho, pouco convincente.

22/04/2016 - Carla (40 anos)

  Regular
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Cate Blanchet é uma atriz maravilhosa. Fiquei decepcionada com o filme, esperava mais. Quando assisto algum filme nesse gênero espero que seja algo tão maravilhoso quanto "O segredo de Brokeback Mountain" mas não chega perto.

07/05/2016 - Roberto (36 anos)

  Bom
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Bom filme, com boa atuações, bem interpretado e direção firme. Vale a pena.

01/06/2016 - Luan (20 anos)

  Regular
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Um pouco maçante. Ocasionalmente interessante.

17/07/2016 - Igor (45 anos)

  Ótimo
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Legal o filme, mas faltou química entre as duas.

22/12/2016 - Papik (32 anos)

  Ruim
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Caramba! Que filme chato da borra! Parado, entediante. Caí feito um patinho, afinal elogiaram tanto na imprensa. Um saco!

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