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A Separação (Jodaeiye Nader az Simin)
   






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  • Sinopse
    Após se divorciar da esposa Simin (Leila Hatami), Nader (Peyman Moaadi) é obrigado a contratar uma jovem para tomar conta de seu pai idoso que sofre de Alzheimer em estágio avançado. Porém a diarista está grávida, e trabalhando sem o consentimento de seu marido, condições que junto a um terrível incidente, levará as duas famílias a um julgamento de cunho moral e religioso.
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  • Informações Técnicas
    Título no Brasil:  A Separação
    Título Original:  Jodaeiye Nader az Simin
    País de Origem:  Irã
    Gênero:  Drama
    Tempo de Duração: 123 minutos
    Ano de Lançamento:  2011
    Estréia no Brasil: 20/01/2012
    Site Oficial: 
    Estúdio/Distrib.:  Imovision
    Direção:  Asghar Farhadi
  •  
  • Elenco
    Peyman Maadi ... Nader
    Leila Hatami ... Simin
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  • Trilha Sonora

     
  • Imagens do Filme



     
       
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  • Comentários

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    42
    Nota: Bom 
     03/03/2012  Por: Kleber Taionato (32 anos)
    Filme comum, eu li todos aqui falando maravilhas, a critica falando horrores, pensei é o filme do ano, depois que vi até agora eu estou sem entender o que esse povo viu, teve gente que disse que tem o orgulho de ter visto esse filme, deve ter ganho algo para dizer isso, por que é absurdamente exagerado dizer isso sobre esse filme. Mas é um bom filme como o "Cri-Critico" disse vale o Download, ingresso de cinema só se for aqueles dias que custam R$3,00.

    43
    Nota: Péssimo 
     04/03/2012  Por: Henrique (40 anos)
    O Filme realmente não tem um final, nem na dúvida nos deixa, isso que é pior, o final não foi bem elaborado! Péssimo mesmo! Tem que assistir para depois comentar aqui!

    44
    Nota: Péssimo 
     04/03/2012  Por: Marli (35 anos)
    Pior quem não é um filme que interprete com quiser, pois a história foi muito bem narrada, então merecia um final digno! Filme ruim, comum, não merece os comentários de bons aqui citados.

    45
    Nota: Ótimo 
     04/03/2012  Por: Rossana (40 anos)
    Um filme que fala do estado de miserabilidade no qual as personagens estão inseridas por conta de um regime teocrata tacanho. Com sutilezas, faz as suas críticas ao governo. Um belo registro histórico de um povo sem liberdade.

    46
    Nota: Ótimo 
     07/03/2012  Por: Gill (60 anos)
    Excelente! Filme adulto, sem apelar para a compreensão fácil, desse cinema comercial, óbvio, impactante, feito para dar lucro, como se vê por aí. É uma aula de cinema, para quem ver e fazer. Os americanos podem entender de truques, mas precisam aprender a fazer cinema com esses iranianos. Nota 10!

    47
    Nota: Péssimo 
     09/03/2012  Por: Francy (40 anos)
    Nossa que filme chato, olha que assisto a todos tipo de filmes. Mas esse não mereceu como melhor filme estrangeiro. A história se parece com algumas brasileiras de subúrbio... Não tem nada de interessante... Nota 2.0.

    48
    Nota: Bom 
     13/03/2012  Por: Tiago A. Rodrigeus (26 anos)
    Adorei a forma de como foi elaborada a história. Nos mostra com mais profundidade a característica de um povo. Adorei a forma que foi conduzido.

    49
    Nota: Ótimo 
     15/03/2012  Por: Miguel (41 anos)
    Excelente final, perfeito! Não está mastigado, pronto, feito; pelo contrário, é preciso pensar, refletir, digerir. Muito bom do início ao fim.

    50
    Nota: Ótimo 
     16/03/2012  Por: Luciano Ribeiro (34 anos)
    Filme excelente. Um belo exemplo de cinema arte, como deve ser. Àqueles que preferem filmes comerciais com principio, meio e fim, tudo mastigadinho e pronto para o consumo, vai assistir um pastelão hollywoodiano. Filme para quem prefere conhecer, pensar e refletir; ao invés de engolir qualquer porcaria que nos empurram goela a baixo diariamente.

    51
    Nota: Bom 
     18/03/2012  Por: Marcos V. Santos (41 anos)
    O filme é extremamente chato de ver, parece ter 4 horas de duração. Mas no geral é um bom filme!

    52
    Nota: Péssimo 
     21/03/2012  Por: Carlos (40 anos)
    Péssimo, roteiro chato, os Eua esta devendo mesmo para irã. Por isso o filme ganhou.

    53
    Nota: Bom 
     07/04/2012  Por: Diana (55 anos)
    Concordo com o Luciano. Filme bem estilo "arte". Mostra uma história simples, do cotidiano de qualquer cultura, no entanto, bem focado na questão religiosa local, com o ritmo certo, e principalmente, prende a atenção do espectador. Quem não gostou certamente só aprecia os filmes hollywoodianos cheios de ação e pirotecnias... Vale a pena assistir.

    54
    Nota: Bom 
     07/04/2012  Por: Manoel (61 anos)
    Bom filme, sobre tema espinhoso num pais de cultura tão diferente. Não é, contudo, um filme fácil de assistir.

    55
    Nota: Ótimo 
     09/04/2012  Por: Maria Barrozo (63 anos)
    QUEM NÃO VIU, NÃO LEIA. É claro que fiquei curiosa em saber com quem ficou a filha. Porém, refletindo, isso é o de menos. Achei o filme excelente. Gosto de muitos filmes iranianos. Eles fazem de temas corriqueiros uma verdadeira história de vida, de arte. Esse, em particular, me permite imaginar o seguinte: o casal se separou por motivo questionável. Ela queria se livrar do regime político. Ele era convencido de não poder deixar o pai ( " ele não o reconhece, não sabe que você existe " disse ela; "mas eu sei que ele existe" disse ele). Quando ela quis retornar ao lar, ele dificultou tudo, foi turrão. Isso por conta do orgulho machista, da cultura, da religião... Afinal, foi ela quem pediu o divórcio. Ela - a mulher. E mulher, no Irã, não deveria ter esse direito. Ficou ressentido e não conseguiu elaborar esse sentimento. Resultado da cultura milenar. O final, quando a menina disse à autoridade que já sabia com quem iria morar, mas não disse e preferiu que eles, os pais, fossem esperar fora do recinto, eu interpretei que seria mais uma chance para eles conversarem. Ela desejava a reconciliação. O casal não tinha grandes incompatibilidades que motivassem uma separação. Era só uma questão de boa vontade para recomeçar. Essa foi a minha interpretação. Porém... Histórias como essa, acontecem também em nossa cultura. É só observar e verá.

    56
    Nota: Bom 
     30/04/2012  Por: Marisa de Mello (46 anos)
    O filme é cult, não muito comum. A cultura é retratada de forma instigante. O machismo e a submissão feminina ainda presente neste país. O final fica para cada um decidir com quem a filha ficará... ou será que eles irão reatar, uma vez que não havia motivo suficiente para eles romperem 14 anos de união.


     

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